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20% das mulheres que procuraram atendimento no Centro Jacobina até outubro têm entre 31 e 35 anos


O Centro Jacobina de São Leopoldo – um espaço dedicado ao acolhimento, atendimento, proteção e apoio às mulheres vítimas de violência – divulgou, nesta quarta-feira (13), alguns indicadores e números dos atendimentos realizados no local até o mês de outubro.


De acordo com a coordenadora do Centro Jacobina, Yara Stockmanns, houve aumento de atendimentos e de trabalhos em 2023. A maior procura foi de mulheres entre 31 e 35 anos, ocupando 20% dos casos. Já o maior índice de agressores é de relações terminadas (ex-companheiro, ex-marido, ex-namorado), ocupando 56% dos casos. "Este ano ampliamos nosso horário de atendimento e nosso trabalho, e agora precisamos ampliar nossa equipe para continuarmos com a qualidade no atendimento. E isso é uma das nossas demandas para o próximo ano”, destacou Yara.


Durante a apresentação, o secretário-geral de governo, Nelson Spolaor recebeu, das mãos da titular da Secretaria de Políticas para Mulheres (Sepom), Eliene Amorim, o documento que apresenta todos os dados coletados do Centro Jacobina, e que demonstra a necessidade da ampliação da equipe. “A gente não vai descansar enquanto houver mulheres sendo vítimas de violência. Nosso compromisso é com um mundo e sociedade melhor”, disse Spolaor. Ele ressaltou que São Leopoldo é referência no combate à violência contra as mulheres para toda a região metropolitana.


Guilbert Trendt, da Relação Start

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