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Após decisão da Justiça, Estado assume gestão do Hospital de Pronto Socorro de Canoas


Arita Bergmann e Nedy de Vargas se reuniram em Canoas | Imagem: Neemias Freitas/SES-RS

O Ministério Público do Rio Grande do Sul (MP-RS) ajuizou, na sexta-feira (1º), uma ação civil pública pedindo a intervenção. A intenção com isso é, segundo o MP-RS, garantir a continuidade dos serviços e evitar que a comunidade seja penalizada enquanto investiga supostas irregularidades na contratação efetivada pelo município, com dispensa de licitação, da organização social que gere o HPSC desde 27 de janeiro deste ano.


Na quinta-feira passada (31), o MP-RS desencadeou a operação Copa Livre, em que seis pessoas foram afastadas de seus cargos na prefeitura de Canoas, incluindo o prefeito Jairo Jorge. Ao todo, foram cumpridas 81 medidas cautelares contra 24 pessoas físicas e 15 empresas. Sete dessas empresas foram proibidas de contratar com o poder público.


O município é referência em urgência e emergência para atendimento de mais de 150 municípios. A secretária estadual da Saúde reforçou o papel da rede de saúde municipal que faz gestão plena e recebe custeio com recursos federais, municipais e uma fatia de incentivos estaduais.


Segundo Arita, os atendimentos no Hospital de Pronto Socorro serão mantidos e os demais serviços de referência do município tem papel primordial para o atendimento adequado de pacientes que necessitem ser encaminhados.


Fonte: G1

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