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Apenas 56% das casas seguem habitáveis após enchente que atingiu Muçum no começo do mês


Imagem: divulgação/ Governo do RS.

Um mapeamento feito pelo governo do Rio Grande do Sul em todas as residências da área urbana de Muçum, no Vale do Taquari, mostrou que apenas pouco mais da metade delas está em condições de voltar a ser habitada, após as enchentes que atingiram a cidade durante a passagem de um ciclone extratropical pelo estado.


Foram analisadas as 510 residências da área urbana da cidade. Elas foram mapeadas, vistoriadas e identificadas com as cores verde, amarelo, laranja e vermelho. Os imóveis comerciais não foram avaliados.


Dos 510 imóveis vistoriados, 289 foram classificados como habitáveis, o que representa cerca de 56% do total. Em 90, foi constatada a necessidade de reforma antes de voltarem a ser habitados, enquanto 12 foram considerados próximos demais a residências afetadas ou a encostas de rio, o que causa risco à estrutura. Há ainda 119 imóveis totalmente destruídos, o que representa quase um quarto do total.


De acordo com o governo, o objetivo do estudo é identificar as áreas prioritárias para intervenção e ajudar a direcionar os esforços de recuperação de maneira eficaz.


O levantamento da condição das residências da cidade foi feita através de uma plataforma de georreferenciamento por equipes da Secretaria de Desenvolvimento Urbano e Metropolitano (Sedur), em parceria com técnicos do Conselho Regional de Engenharia e Agronomia (Crea-RS), prefeituras e instituições de ensino superior.


Ainda de acordo com o governo, o mesmo estudo deve ser feito em outros 10 municípios que estão em situação de calamidade pública: Arroio do Meio, Colinas, Cruzeiro do Sul, Encantado, Estrela, Lajeado, Roca Sales, Santa Tereza, Taquari e Venâncio Aires.


Muçum foi um dos municípios do RS mais afetados pelas enchentes. O último boletim da Defesa Civil do estado registra 16 mortes na cidade, além de três pessoas ainda desaparecidas.


Situação das moradias de Muçum:


  • 289 residências habitáveis e liberadas (verde);

  • 90 residências atingidas e com necessidade de reforma (laranja);

  • 12 residências adjacentes, que estão próximas das afetadas (amarelo)!

  • 119 residências destruídas (vermelho).


Fonte: g1

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