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Assassino de PM tatua nome da vítima nas costas


Homem tatuou nas costas nome de ex-sargento que matou com um tiro durante assalto em São Vicente, SP | Imagem: g1 Santos

Um foragido da Justiça capturado pela Polícia Militar para cumprir pena de 20 anos de prisão por ter matado um sargento da PM aposentado, em São Vicente, no litoral de São Paulo, durante um assalto, tatuou o nome da vítima em suas costas. Ele foi preso na última quinta-feira (10) para cumprir a pena em regime fechado.


A tatuagem surpreendeu até mesmo os policiais que efetuaram a prisão de Cleverson Ribeiro Mendes. O nome "Paulo Cesar" aparece tatuado nas costas do foragido, acima de dois anjos tocando instrumentos e da imagem de Jesus Cristo.


Segundo apurado pelo g1, a tatuagem foi realizada após o crime. Cleverson não confirmou às autoridades que é uma "homenagem" à vítima. No entanto, Paulo Cesar de Lima Pedroso é o nome do ex-sargento morto com um tiro no tórax pelo foragido em 2016, durante uma tentativa de assalto em que Paulo reagiu.


Na época, Cleverson não tinha outras passagens pela polícia e era réu primário. O autor do disparo foi condenado a 20 anos de prisão com regime inicial fechado.


Crime contra ex-sargento

O crime aconteceu em 23 de novembro de 2016, na autoescola de propriedade da vítima, que ficava na Avenida Ulisses Guimarães, no bairro Jardim Rio Branco, em São Vicente. Paulo Cesar de Lima Pedroso, sargento aposentado da Polícia Militar, estava entrando no estabelecimento, quando foi abordado por dois homens. Eles anunciaram o assalto e mandaram ele entregar a chave do carro.


O ex-sargento se recusou a dar o objeto e reagiu, começando a bater em um dos criminosos. O assaltante que apanhava chamou os comparsas para o ajudarem na confusão. Cleverson Ribeiro Mendes, o terceiro envolvido no crime, foi quem entrou no estabelecimento para auxiliar o comparsa, e atirou no peito do ex-policial. Os três fugiram do local em seguida.


O ex-policial chegou a ser socorrido, mas não resistiu aos ferimentos e morreu no hospital.


O g1 tentou localizar a defesa, mas até a última atualização desta reportagem não obteve retorno.


Fonte: G1

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