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Aumenta a procura e venda de protetor solar entre estabelecimentos da Região Metropolitana


Imagem: Fernanda Bassôa/ Correio do Povo.

Com a chegada do verão, calor, predomínio de sol e das temperaturas altas, a exposição solar é quase inevitável, tanto para quem fica na cidade trabalhando, aproveitando os finais de semana na piscina ou para aqueles que tem oportunidade de passar uma temporada de folga na praia.


Na Região Metropolitana, o corre-corre em busca pelo protetor solar ideal para cada tipo de pele aumentou bastante no mês de dezembro e a afirmação é unânime entre administradores de farmácias ou de estabelecimentos comerciais voltados para a beleza e a saúde do corpo. Além de procurar a melhor marca e o fator que mais vai oferecer proteção nos dias mais ensolarados, os clientes também têm levado para casa cremes hidratantes e loção pós-sol para manter uma pele refrescante e um bronzeado mais bonito.


Carla Guimarães, que gerencia uma rede de farmácias em Canoas, diz que as vendas aumentaram tranquilamente mais de 70% nesta época de final de ano. “Muitas famílias que vão para praia no fim de ano já saem da cidade com o protetor na mala. Entre o público mais consumidor, com certeza, estão as mulheres e mães. Além de levar o protetor para crianças (filhos), com fator de proteção maior, também compram o protetor facial, para evitar realçar as linhas de expressão. Isso tem sido muito comum", explica.


Farmacêutica de Esteio, Rita de Cássia Moraes, alerta que ficar exposto ao sol, sem protetor, pode provocar sérias queimaduras na pele, além de manchas, principalmente, entre 10h e 14h. “Este horário deve ser evitado", afirma. Para os adultos, segundo ele, a recomendação é utilizar no mínimo o fator 30. Já as crianças, em razão da pele mais sensível, é preciso usar o protetor, no mínimo, com fator 50. “Para quem tem a pele mais clara a atenção deve ser redobrada", afirma Rita.


Ana Maria Delgado Pimenta, de Sapucaia do Sul, já adquiriu proteção para toda a família antes mesmo de pegar a estrada rumo ao litoral. Além do fator, Ana admite que para as crianças prefere protetores mais cheirosos e até mesmo de embalagens mais infantis, com desenhos. “Para nós, adultos, levo mais de um. Tenho uma família grande e sempre tem algum primo ou tio que esquece. Então a gente vai revezando", conta.


Fonte: Correio do Povo

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