Bolsonaro determina "auxílio imediato" a vítimas em Petrópolis, no Rio


Bolsonaro cumpre agenda na Rússia | Imagem: Maxim Shemetov / POOL / AFP / CP

O presidente Jair Bolsonaro determinou "auxílio imediato" às vítimas das enchentes ocorridas em Petrópolis nesta terça-feira. Cumprindo agenda oficial na Rússia, o presidente telefonou para o governador do Rio de Janeiro, Cláudio Castro, e aos ministros Rogério Marinho (Desenvolvimento Regional), Paulo Guedes (Economia) e Braga Neto (Defesa).


As chuvas na região serrana do estado causaram a morte de pelo menos 24 pessoas e provocaram cerca de 60 deslizamentos, segundo o Corpo de Bombeiros. Em seis horas, choveu o total esperado para o mês de fevereiro. As enxurradas fecharam as ruas de acesso ao centro da cidade e causaram o corte de energia em algumas regiões. A correnteza arrastou carros, invadiu lojas e mercados. Nas redes sociais, vídeos mostraram o desabamento de uma escola.


O ministro Rogério Marinho determinou a ida do secretário nacional de Defesa Civil ao município para acompanhar o resgate. "Estamos em contato com a prefeitura e faremos todos os esforços para socorrer as vítimas. Nossa Defesa Civil Nacional está trabalhando com as defesas civis do estado e do município", afirmou.


No verão de 2011, Petrópolis registrou uma das maiores tragédias ambientais da história do Brasil, após fortes temporais. Ao mesnos 918 pessoas morreram e 30 mil ficaram desabrigadas na época.


Veja abaixo os comentários de Bolsonaro sobre as enchentes em Petrópolis:


"- De Moscou tomei conhecimento sobre a tragédia que se abateu em Petrópolis/RJ.

- Fiz várias ligações para os Ministros Rogério Marinho e Paulo Guedes para auxílio imediato às vítimas, bem como conversei com o Ministro da Defesa, General Braga Neto, que me acompanha na Rússia.

- Falei também para o governador do Rio, Cláudio Castro, que se encontra na região atingida.

- Retorno na próxima sexta-feira e, mesmo distante, continuamos empenhados em ajudar ao próximo. Deus conforte aos familiares das vítimas".


Fonte: Correio do Povo

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