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Bombeiros fazem buscas por homem que desapareceu nas águas do Guaíba após colidir veículo, em Poa


Imagem: Mateus Bruxel/ Agência RBS.

Por volta de 2h10min deste domingo (12), um homem de 41 anos colidiu o seu carro contra uma rocha e entrou nas águas do Guaíba, no bairro Cristal, na Zona Sul de Porto Alegre. Conforme a Brigada Militar, o homem estava desorientado e após nadar cerca de 100 metros, submergiu e desapareceu nas águas.


Conforme o 1º Batalhão de Polícia Militar da Capital, o homem teria perdido o controle do automóvel, um Volkswagen Gol de cor preta, com placas de Porto Alegre, e entrou na Avenida Padre Cacique na contramão.


O acidente ocorreu próximo ao Parque do Pontal. Aos policiais, um bombeiro civil que estava no local relatou que presenciou o acidente e que tentou ajudar o homem, mas enquanto buscava uma corda para estender, ele submergiu e não foi mais visto. Naquele trecho, o Guaíba pode chegar a 40 metros de profundidade, conforme os bombeiros.


Buscas suspensas durante a noite


Mergulhadores do Corpo de Bombeiros suspenderam as buscas no começo da noite desse domngo. Um dos soldados mergulhadores envolvidos na procura, Tainan Rodrigues, informou que os trabalhos foram interrompidos por volta das 19h e foram recomeçados ao nascer do sol desta segunda-feira (13), pouco depois das 6h.


O comando dos Bombeiros chegou a cogitar o uso de uma embarcação para continuar as buscas superficiais no Guaíba ao longo da noite, mas a avaliação final foi de que a estratégia teria pouca efetividade, segundo o supervisor da corporação na Capital, capitão Emerson Ribeiro.


"Nossa principal aposta, até esse momento, ainda é na busca por mergulho, apesar das dificuldades", afirma Ribeiro.


Um dos problemas, segundo o mergulhador Tainan Rodrigues, é a baixíssima visibilidade das águas do Guaíba. A visão alcança apenas cerca de 30 centímetros de distância próximo à superfície, e nem isso quando se desce mais abaixo.


"Um pouco mais para o fundo, a visão é praticamente zero. E a profundidade naquela área chega a seis, sete metros", afirma Rodrigues.


A solução, nesse caso, é ir praticamente tateando nas profundezas. Outro complicador, conforme o capitão Emerson Ribeiro, é que correntes atuantes naquele mesmo trecho do Guaíba podem afastar eventuais vítimas de afogamento do local onde foram avistadas pela última vez.


Fonte: GZH

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