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Com sede em São Leopoldo, HT Micron consegue financiamento de R$ 99 milhões do BNDES


Imagem: reprodução/ Internet.

Com o novo governo federal, os olhares realmente estão se voltando para os chips gaúchos. Enquanto se tenta reverter a extinção da fábrica da Ceitec, o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) aprovou financiamento de R$ 99 milhões para uma nova linha de semicondutores na HT Micron. A unidade fica na Unisinos, em São Leopoldo.

O aporte é para desenvolver chips de memória usados em smartphones e tablets de nova geração, além de ampliar sua capacidade produtiva. Na fundamentação da liberação do crédito, o BNDES justifica que os novos componentes proporcionarão redução no espaço ocupado nos equipamentos e aumento na velocidade de transferência de dados, atendendo às novas demandas trazidas pelo 5G.


Os recursos correspondem a 94% do investimento total previsto no projeto, que é de R$ 105 milhões. O dinheiro será usado para a compra das máquinas necessárias para o desenvolvimento da linha de chips uMCPs (Universal Flash Storage Multi Chips), que substituirão os eMCPs (embedded Multi Chip Package) produzidos hoje pela empresa e também usados em televisores e computadores. É o terceiro maior financiamento do BNDES à HT Micron.


A HT Micron é uma empresa de semicondutores criada em 2009 como resultado de uma parceria entre Brasil e Coreia do Sul. Na época, a empresa passou por uma grande badalação, com diversas cerimônias e anúncios de políticos e empresários. A joint venture reunia as gaúchas Altus e Teikon, por meio do Grupo Parit, com a coreana Hanna Micron. Em 2016, o Grupo Parit deixou de ser sócio e, em 2020, a Teikon saiu da fábrica.


Quando o empreendimento foi lançado, as empresas falavam em 10 mil metros quadrados com capacidade para produzir até 360 milhões de chips por ano no auge da produção, gerando cerca de 800 empregos diretos em até quatro anos. Até a saída da Teikon, tinham sido investidos R$ 110 milhões, com a promessa de um aporte de mais R$ 260 milhões nos anos seguintes. A universidade cedeu o terreno para a construção da fábrica.


Fonte: GZH

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