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Delegados gaúchos buscam apoio na Assembleia Legislativa para reposição salarial

Representantes da Associação dos Delegados de Polícia do RS (Asdep) querem intensificar o diálogo com deputados estaduais. O objetivo é sensibilizar os parlamentares em relação ao pleito de reposição salarial da categoria. A agenda na Assembleia Legislativa teve início nesta terça-feira (27).


“Queremos demonstrar aos parlamentares a gravidade da situação, não só de delegados e delegadas, como da segurança pública como um todo. A ausência de valorização salarial vai acabar repercutindo na sociedade, pois os profissionais estão abandonando as carreiras da Polícia. A sociedade, os empresários, precisam entender que a valorização salarial dos policiais é uma questão de Estado urgente”, destacou o presidente da Asdep, Delegado Guilherme Wondracek.


Foram promovidas audiências com os deputados Sérgio Peres (Republicanos), Delegada Nadine (PSDB) e Jeferson Fernandes (PT). Também foram feitos contatos com outros parlamentares, Issur Koch (PP), Capitão Martim (Republicanos), Adão Pretto (PT), Luiz Fernando Mainardi (PT), Elton Weber (PSB), Ronaldo Santini (Podemos), Doutor Thiago Duarte (União Brasil), Delegado Rodrigo Zucco (Republicanos) e Professor Valdir Bonatto (PSDB), além do Subchefe Parlamentar da Casa Civil, Thiago Lorenzom.


De acordo com o presidente da Asdep, em 2019 o RS era o quarto Estado que melhor remunerava os delegados Hoje, segundo ele, é o 16°, atrás de Rondônia. “A categoria está sem reajuste desde 2013, sem reajuste digno e real. Em 2022, ocorreu apenas a recomposição de 6% que não aplacou as perdas da inflação”, disse Wondracek.


O vice-presidente da Asdep, delegado Thiago Albeche, chamou a atenção para os riscos que os policiais correm no exercício da profissão. “Os servidores públicos do Poder Executivo, principalmente os policiais civis, tiveram salários parcelados, estão sem reajuste real e não pararam durante a pandemia. Corremos risco de vida, combatemos facções e entregamos segurança pública todos os dias, permitindo o crescimento econômico do RS, pois nenhum setor da economia, seja o comércio, a indústria ou o agronegócio progride quando há criminalidade”, afirmou.


Fonte: Correio do Povo

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