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Dois suspeitos de integrar quadrilha que rouba cargas de cigarros são presos em Gravataí


Imagem: divulgação/ Polícia Civil.

Dois suspeitos foram presos preventivamente em Gravataí no cumprimento de mandados de prisão e apreensão contra uma quadrilha que rouba cargas de cigarros na Região Metropolitana. A operação que levou à detenção dos homens aconteceu entre a última sexta (14) e esta terça-feira (18). Um terceiro alvo de mandado de prisão segue sendo procurado. Também foram cumpridos cinco mandados de busca e apreensão. Os nomes dos detidos não foram divulgados.


O grupo que os três integram é investigado por pelo menos dez ataques. A investigação iniciou em novembro de 2022, quando foi roubada uma carga avaliada em R$ 30 mil na cidade de Gravataí. Na ocasião, os cigarros foram recuperados e, junto com os produtos, foram apreendidas munição e arma.


A delegada Isadora Galian, titular da Delegacia de Roubo de Cargas, diz que o grupo criminoso foi monitorado para identificar os integrantes e mapear os locais onde eles agiam, para que fosse montada uma estratégia de apreensões e detenções.


"Em uma das residências ondo cumprimos ordens judiciais, foram apreendidos celulares e grande quantidade em dinheiro", ressalta a delegada.


Isadora afirma que a quadrilha de ladrões de cargos tem uma divisão de tarefas bem definida: além dos responsáveis pelas abordagens às vítimas, outras pessoas são encarregadas de obter veículos clonados e escondê-los após os assaltos, enquanto uma terceira equipe separa os cigarros e repassa a receptadores.


As ações contaram com o apoio do 17º Batalhão da Brigada Militar. Os detidos têm antecedentes criminais por porte ilegal de arma de fogo, latrocínio, homicídio, ameaça e tráfico. Já o foragido, segundo a delegada, tem passagem pela polícia por 11 homicídios, quatro vezes tráfico de drogas e porte ilegal de arma de fogo.


Denúncias sobre roubos de cargas podem ser feitas pelo telefone 0800 510 2828 ou pelo WhatsApp (51) 98585 6111. Os contatos também podem ser feitos pelo site da Polícia Civil. Em todos os casos, o anonimato é garantido.


Fonte: GZH

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