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Eduardo Leite fala em usar apenados para fazer limpeza em escolas de cidades atingidas pela chuva


Imagem: Matheus Moraes/ Agência RBS.

O governador Eduardo Leite chegou a Muçum, no Vale do Taquari, na tarde desta quinta-feira (7) para avaliar os estragos causados pela enchente que atingiu o Estado. A cidade foi uma das mais afetadas, com mais de 80% destruída pela força da água do Rio Taquari.


Eduardo Leite destacou que o governo do Estado busca reunir todo o contingente de pessoas órgãos e entidades para ajudar na reconstrução das cidades atingidas.


"Estamos buscando, por exemplo, ver com a Susepe a liberação de apenados para, sob escolta evidentemente, fazer a limpeza em escolas. Nosso esforço é para restabelecer a normalidade destes municípios o quanto antes", declarou.


O governador destacou que os trabalhos de resgate segue com todos os recursos disponíveis, citou a ajuda do Exército. Ele frisou ainda que a visita a Muçum é para ouvir as necessidades das pessoas, da região, dar assistência para as famílias. Leite parou para conversar com algumas pessoas no CTG Sentinela da Tradição, ponto de doações na cidade.


"O trabalho agora passa por limpar, organizar as cidades para iniciar o quanto antes a reconstrução", disse.


Ele ainda pela mobilização dos gaúchos em ajudarem com uma enorme quantidade de doações. "É muito bonito, muito positivo de ver o que é a solidariedade do povo gaúcho", finalizou.


Apoio psicológico


O governador declarou que o Estado está disponibilizando equipes de apoio psicólogico para atender as pessoas atingidas. Disse que o governo vem acertando parcerias com universidades para ampliar esta rede, citou como exemplo a Univates, da região do Vale do Taquari, como uma das instituições que está ajudando neste amparo às famílias.


"As pessoas estão em choque, afinal é uma situação dramática. Elas, depois de tanto esforço para fazer sua casa, comprar seus itens, ver tudo desaparecer em segundos", afirmou.


Pedido para as empresas


Leite fez um pedido para o setor empresarial repactuar, e na medida do possível, anular eventuais dívidas de pequenos comerciantes que perderam tudo. Ele ainda solicitou que quem puder, ajude a repor os estoques, mas, claro, após a reconstrução dos estabelecimentos.


"Nesta hora precisamos de toda a sociedade, o governo não vai faltar com a cidade, nós vamos reerguer, mas é importante que a ajuda venha de todos os setores", pediu.


Fonte: GZH

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