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Espetáculo musical "Alma Única" acontece no Teatro Municipal de São Leopoldo nesta quarta; entrada é franca



Imagem: Cláudio Etges.

Com direção musical de Marcel Estivalet, concepção cênica de Ricardo Barpp,  e elenco formado por Rosimari Oliveira, (soprano), Leandro Cardona (harpa), Marcel Estivalet (violão), Tita Sartor (flauta),  Arlei Mont'Negro, (percussão), Débora Brandt Alencastro (bailarina) e o músico convidado, Daniel Castilhos (acordeon), o espetáculo musical "Alma Única" será apresentado no Teatro Municipal de São Leopoldo nesta quarta-feira (20), às 20h, com entrada franca.

 

A direção de produção e coordenação são assinadas por Therezinha Petry Cardona.

 

Trajetória do espetáculo

 

Após ter sido apresentado com grande êxito de público e receptividade da imprensa, em Porto Alegre , no Teatro do Sesc e no Teatro do Centro Histórico-Cultural Santa Casa, e em várias cidades do interior, entre elas, Montenegro, Canoas, Novo Hamburgo, Santo Ângelo, Santa Rosa, Santa Maria, Lajeado, Santa Cruz,  Cachoeira do Sul,  Bagé, Canela, Gramado,  Taquara e Caxias do Sul, neste mês de dezembro de 2023, o espetáculo cumpre breve turnê nas cidades de Santo Angelo (17), Ijuí (18) e São Leopoldo (20).


O espetáculo Alma Única

 

O espetáculo apresenta entrelaçamentos entre um recital de Música de Câmara, com voz e balé, que transita do erudito ao popular; entre a alma brasileira e a universal, evocando o caráter expressivo e artístico da música e da dança, através dos sons, palavras e gestos.

 

Reúne pérolas do repertório erudito europeu, reverencia o tango de Astor Piazzolla e o colorido da música brasileira, de Dorival Caymmi a Villa-Lobos, passando por Tom Jobim e João Pernambuco.

 

As intervenções da bailarina Débora Brandt Alencastro, aliadas às diferentes combinações dos intérpretes,  com destaque para a voz da soprano Rosimari Oliveira, a harpa de Leandro Cardona, instrumento com uma sonoridade de rara beleza, a excelente flauta de Tita Sartor, o violão de Marcel Estivalet,  a percussão do músico Arlei Mont`Negro e o acordeon do músico convidado Daniel Castilhos,  tornam o espetáculo digno da reunião de linguagens tanto do ponto de vista conceitual como estético.

 

Sublinhado pela iluminação especialmente criada por Carol Zimmer, o espetáculo representa a sinergia artística envolvendo a dança, o canto e a música de câmara, levando para o público a possibilidade de uma apresentação com a intensidade e a riqueza que as linguagens da dança e da música conjugadas propiciam.

 

“Nós do Alma Única pensamos na visão plástica do espetáculo, onde tudo se integra”, diz a soprano Rosimari Oliveira.

 

“A música de câmara, a ópera, o ballet e a canção popular transformam o recital em um espetáculo cênico. A inesperada reunião da harpa, violão, flauta, acordeon e percussão, são conduzidas pela dramaticidade de uma bailarina clássica e uma cantora de ópera. A palavra, o som e o corpo é o que nos conduz a encontrar o significado de uma Alma Única, resume o diretor musical e violonista Marcel Estivalet.

 

A bailarina Débora Brandt de Alencastro diz que o Alma Única traz para a cena uma conversa direta entre a música e a dança, onde ambas ocorrem no palco simultaneamente e, de certa forma, a dança está abraçada pela música. “O espetáculo traz um certo aconchego neste concerto com seu repertório cuidadosamente selecionado e atenciosa condução cênica”, ressalta Débora.

 

Sobre a concepção do espetáculo

 

“Um encontro entre som e olhar que propõe expandir o fazer musical através de canções, cenas e estilos: música de câmara, a ópera, o ballet, a canção popular. O recital se transforma num espetáculo cênico seja pela inesperada reunião da harpa, violão, flauta e percussão, como também e, principalmente, pela dramaticidade conduzida por uma bailarina clássica e uma cantora de ópera. Esta sutil interação entre o sentimento, a palavra e o corpo é o que me conduz a encontrar o significado de uma Alma Única. Que não se pode dizer particular, já que se torna um laço universal, através da música, arte que toca literal e simbolicamente o corpo, o próprio ser e o que nele se acredita alma”, enfatiza o diretor de palco, Ricardo Barpp.



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