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"Estamos montando um time para conseguir o objetivo, não podemos fazer um time de apostas", diz presidente do Aimoré

Na última segunda-feira (8), o Programa Lance Start recebeu o presidente do Aimoré, Paulo Costa, para falar sobre a preparação do clube para enfrentar o Gauchão Série A2 em 2024. "Tem que ter amor ao clube, dedicação em horário integral. Quem quer ser presidente do Aimoré precisa ir com a intenção de ser presidente, não com outras intenções, seja política ou de interesse. Então vai conseguir fazer uma boa presidência", iniciou o convidado, que assumiu seu mandato em 26 de julho de 2023, após renúncia de Sandro Borowski.


Em seguida, Paulo Costa comentou sobre a situação financeira do clube. "Conseguimos renovar quase todos os patrocínios do último ano, falta somente um ainda. Conseguimos apoio do poder público, por meio do Semae e da Prefeitura de São Leopoldo. Mesmo tendo dificuldades financeiras, metas a cumprir dos parcelamentos que a gente tem, tudo está em dia. O Aimoré tem uma CND (Certidão Negativa de Débitos) total. Devemos R$ 1 milhão, a gente também não pode deixar de pagar esses parcelamentos, quando perde a CND consequentemente perde o dinheiro público", detalhou.


Também foi abordada a montagem do elenco, que já conta com cinco jogadores anunciados, com destaque para o goleiro Marcelo Pitol (41 anos) e o zagueiro Micael (37 anos). "É uma competição bem pegada e difícil, preciso de jogadores experientes. A gente está formando um time para conseguir o objetivo, não temos condições de fazer um time de apostas em jogadores. O Aimoré não pode apostar, precisa voltar para primeira divisão ano que vem", salientou. A apresentação está marcada para 18 de março.


Depois, Paulo Costa projetou uma ideia de criar um plano para sócios na arquibancada geral. "Temos uma arquibancada geral para 5,6 mil pessoas. Queria fazer bem acessível para a comunidade ir lá mesmo, não adianta eu ter uma geral vazia. Então se tivessem 500 ou mil torcedores lá já ajudaria muito o Aimoré", garantiu.


O presidente também mostrou decepção com a proposta de SAF apresentada ao clube. "Isso aí acabaria com o Aimoré na minha opinião. A SAF pode existir de outra forma, com o Aimoré participando. Não precisa tomar as decisões, mas numa participação mais ativa, não num cantinho. Aimoré não necessita disso, nosso patrimônio no estádio é R$ 25 milhões", opinou.


Por fim, Paulo comentou a dificuldade de jogar a Copa FGF. "A atração é pouca e o dinheiro não está sendo muito. Se a gente conseguir o acesso da pra fazer um time para enfrentar até o fim. Se não subir não tem como jogar a Copa FGF, a não ser com time sub-20", finalizou.


A entrevista completa está disponível nos canais da TV Start News no YouTube e Facebook. Confira a entrevista completa:

Gustavo Bays, da Redação Start

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