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RS confirma morte de cinco macacos e faz alerta para a circulação da Febre Amarela


A Secretaria Estadual da Saúde (SES) confirmou, nesta segunda-feira (20), a morte de cinco macacos por febre amarela no Rio Grande do Sul. O Centro Estadual de Vigilância em Saúde (Cevs) emitiu um alerta para a circulação do vírus da doença no Estado.


A SES afirma que os animais não são os responsáveis pela transmissão da doença para humanos. É uma espécie de mosquito que transmite. Os primatas são essenciais, pois servem de alerta ao indicar a presença do vírus.


As amostras que foram analisadas em laboratório haviam sido coletadas em outubro deste ano de bugios que foram encontrados mortos em Riozinho (1 animal); Três Coroas (1), na Serra; Santo Antônio das Missões (1), no Noroeste; e São Borja (2), na Fronteira Oeste.


Outros dois casos já foram confirmados no RS este ano, em janeiro e junho: nas cidades de Caxias do Sul, na Serra, e Santo Antônio das Missões. Com isso, o total de macacos mortos pela doença identificados pelo estado chega a sete.


A situação levou a SES a orientar a população sobre formas de evitar o contágio:


  • Vacinação

  • Cautela ao acessar áreas de mata nessas cidades

  • Usar repelente

  • Ligar para 150 caso encontre bugios mortos


O que é a doença


A febre amarela é uma doença infecciosa febril aguda, de evolução abrupta e gravidade variável, com elevada letalidade nas suas formas graves. Entre os sintomas, estão:


  • Febre

  • Calafrios

  • Dor de cabeça

  • Dor nas costas

  • Dores musculares

  • Mal-estar generalizado

  • Náuseas

  • Vômitos


Ela é causada por um vírus transmitido por mosquitos e possui dois ciclos de transmissão: o silvestre (quando há transmissão em área rural ou de floresta) e urbano.


Os casos que têm ocorrido no Brasil nas últimas décadas são de Febre Amarela Silvestre (FAS), ou seja, o vírus tem sido transmitido por mosquitos que vivem em áreas de mata, especialmente dos gêneros Haemagogus e Sabethes.


Na natureza, as principais vítimas da febre amarela são os bugios. Esses animais são considerados como "sentinelas", já que servem como indicador da presença do vírus em determinada região. Eles não são responsáveis pela transmissão, que não ocorre diretamente de animal para humano. Assim como os humanos, eles são infectados pelos mosquitos.


Vacina


A vacina, disponibilizada gratuitamente via Sistema Único de Saúde (SUS), pode ser feita em Unidades Básicas de Saúde (UBS) dos municípios.


Crianças devem tomar a primeira dose aos 9 meses e um reforço aos 4 anos. A recomendação de vacinação em dose única, de acordo com o calendário do Programa Nacional de Imunizações, vai dos 5 aos 59 anos. Idosos, gestantes e pessoas com comorbidades devem receber avaliação de risco e benefício prévia à vacinação junto ao profissional de saúde da unidade.


Fonte: g1


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