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Sala em homenagem à historiadora Eloisa Capovilla é inaugurada em São Leopoldo


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Imagem: Amanda Wolff/ PMSL.

A Sala do Projeto do Arquivo Público e Histórico Eloísa Capovilla foi inaugurada na última sexta-feira (19), data que celebra-se o Dia do Historiador. O local, que fica dentro do Centro Cultural José Pedro Boéssio, recebeu o nome de Eloisa Capovilla em homenagem a uma grande fomentadora da preservação da história e memória do povo capilé. Estavam presentes no evento, as filhas de Eloisa, Cecília e Júlia que foram as responsáveis pela assinatura oficial da passagem dos acervos para a comissão de patrimônio cultural.


Ambas as filhas estavam muito emocionadas. Julia fez o uso da palavra, para agradecer. “Deixamos aqui, o legado de uma pesquisadora, algo importante para este país que está tão difícil. Então ter um espaço para uma mulher que dedicou a vida a isso e que mesmo assim colocava as pessoas na frente, é muito importante. Queria agradecer muito também a todos que estão aqui hoje nessa homenagem, em especial para minha irmã Cecília, que separou todo o arquivo. Trabalho que não foi fácil, pois o acervo era grande, mas também pela questão sentimental que é de mexer naquilo que era a tradução da vida dela e quem não a separava de quem ela era”, disse.


O Secretário de Cultura e Relações Internacionais, Pedro Vasconcellos, comentou sobre a alegria de poder criar a sala em homenagem à Eloisa e por que o 19 de agosto foi escolhido como o dia da inauguração. “Estou muito feliz por vocês doarem uma parte do acervo da Eloisa para fundarmos o arquivo histórico municipal de São Leopoldo. Essa data para nós hoje é muito importante. Inaugurar esta sala, no dia do historiador e durante a semana do patrimônio, não poderia ser mais simbólico e vocês podem ter a certeza que cuidaremos muito bem deste acervo porque temos noção da grandeza dele", agradeceu o titular da pasta.


Além disso, Pedro destacou o simbolismo da sala levar o nome da Eloisa. “Acho de extrema importância que contemos a história através das pessoas que fizeram parte e de alguma forma homenagear essas figuras, assim como estamos fazendo hoje com a Eloisa. E com este acervo, percebemos o quanto as pessoas estão se sentindo seguras de voltar a fazer doações agora que temos um belo acervo, mas pretendemos aumentá-lo no futuro”, afirmou.


A sala é composta por em torno de cinco mil livros, além de dois computadores que poderão ser usados para pesquisas por quem utilizar o local. Alguns objetos pessoais de Eloisa também foram colocados, como a sua faixa de paraninfa de 2017 e um livro escrito por um dos colegas do Instituto Histórico de São Leopoldo. Em uma mesa ao lado estavam suas agendas com anotações e fotos da cidade. A forma de acesso à sala será definida nos próximos dias.


Quem é a homenageada


Eloisa esteve à frente de espaços de memória, como diretora do Museu do Trem e do Museu Antropológico Caldas Júnior.


Também foi integrante do Instituto Histórico de São Leopoldo e da Associação Nacional de História. Era doutora em História e professora dessa área científica na Unisinos. Aos 75 anos, Eloisa foi uma das vítimas da Covid-19. Ela faleceu no dia 13 de abril de 2021.


Fonte: PMSL



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