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"Somos uma força de segurança reconhecida e atuante", afirma presidente do Sindiguardas RS


Imagem: Guilbert Trendt/ Start Comunicação.

Nesta terça-feira (29), o Programa Start News recebeu o presidente do Sindicato dos Guardas Municipais do RS e guarda civil municipal de São Leopoldo, Robson Camargo Lima e Silva, que comentou sobre a decisão do Supremo Tribunal Federal (STF) em oficializar as Guardas Civis Municipais (GCMs) como parte dos órgãos de segurança pública, a situação das GCMs no Rio Grande do Sul e o trabalho do sindicato.


Segundo Robson Camargo, a decisão do STF da última sexta-feira (25) confirmando as GCMs como parte dos órgãos de segurança pública pacificou a polêmica sobre a atuação dos guardas. "As guardas municipais ficavam de fora dos projetos de lei relacionados à segurança pública porque se tinha outro entendimento sobre a categoria", argumentou.


Atualmente, apenas 7,7% dos municípios gaúchos tem a presença de guardas municipais, conforme o presidente. "A gente vê uma dificuldade no crescimento e criação, principalmente pelos movimentos das representações de outras categorias semelhantes à nossa função, como a Polícia Militar, que impedem a criação de mais guardas municipais", explicou.


Dentre os municípios que contam com as GCMs, em torno de 200 profissionais são filiados ao Sindiguardas RS, tendo um contribuição mensal de R$ 20 por guarda. "Nossa ação principal é no Congresso Nacional, através de várias agendas, além das reuniões realizadas aqui no Rio Grande do Sul", contou. Mesmo assim, ainda existem cidades gaúchas onde os guardas não querem contribuir por medo de perseguição. "Existem municípios em que os patrões fazem manobras para silenciar a categoria trocando os profissionais de escala ou de posto de trabalho", argumentou.

O trabalho da GCM de São Leopoldo


Para Robson, é preciso estudar cada vez mais políticas de trânsito em relação aos locais para se colocar os pardais móveis ou substituir por um pardal fixo, onde o cidadão saberia que naquele ponto específico existe uma fiscalização 24h. "Tudo isso é custo para o município. Me lembro que em São Leopoldo a gente deixou de investir em lombadas fixas, por exemplo, porque estava tendo muito custo", recordou.


"Sobre a Guarda Municipal estar fiscalizando escondida atrás das árvores, por exemplo, é folclore", garantiu. O guarda civil afirmou que normalmente os pontos de fiscalização no município são sempre os mesmos e, em regra, publicizados.


O presidente do sindicato ainda destacou que a GCM de São Leopoldo avançou bastante nos últimos anos em relação a equipamentos, estrutura e salário. "Só a questão de efetivo, que precisamos aumentar ainda, principalemte à noite", esclareceu. "A guarda municipal pode sim realizar abordagem, pode fazer blitze, pode realizar busca pessoal em flagrante delito ou com fundada suspeita. Somos uma força de segurança reconhecida, que está à serviço da cidadania e da segurança da população. Não servimos só para cuidar de prédios públicos, para proteger parede, somos uma guarda equipada, armada, treinada e com controle de corregedoria e ouvidoria", concluiu o convidado.


A gravação do Programa Start News está disponível nos canais da TV Start News no YouTube e Facebook, e tem reprise nesta terça-feira (29), às 20h10, na radiostart.com.br.


Confira a entrevista completa:

Gustavo Bays, da Redação Start





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