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Vanazzi assina ordem de início do procedimento de geoprocessamento em São Leopoldo



Imagem: Thales Ferreira/ PMSL.

O prefeito de São Leopoldo, Ary Vanazzi, assinou, nesta quarta-feira (6), o documento que autoriza o início do procedimento de geoprocessamento no município. O geoprocessamento é uma ferramenta de mapeamento de uma região a partir de imagens aéreas para a produção e aprimoramento das representações cartográficas. Além disso, será implantado um sistema de informações integradas à base de dados geográficos de todo o município.

 

Durante a assinatura, Vanazzi falou sobre o que representa esse avanço para a cidade. “Desde 2017 nós tentamos informatizar os processos da Prefeitura, mas é uma tarefa complexa. Queremos que o cidadão tenha a cidade na palma da mão, e esse é um passo fundamental. Hoje em dia temos que ter um planejamento estratégico certeiro. Com a tecnologia que temos à disposição, não se pode mais projetar nada baseado em achismos. O geoprocessamento faz com que as decisões sejam tomadas com uma margem de erro muito menor”, enfatizou.

 

O titular da Secretaria-Geral de Governo (SGG), Nelson Spolaor, destacou os investimentos feitos pela administração municipal. “Nesta gestão, o prefeito Vanazzi investiu mais de R$ 40 milhões em tecnologia. No geoprocessamento, são R$ 6 milhões. Isso é de extrema importância para que os servidores possam prestar o melhor serviço possível, tendo toda a cidade dentro de um sistema informatizado”, explicou.

 

O superintendente de Urbanismo da SGG, João Henrique Dias, explicou as vantagens do geoprocessamento. “Nós vamos ter mais agilidade, segurança e eficiência na gestão dos dados da cidade. Esse avanço vai beneficiar o meio ambiente, a segurança, a saúde, e várias outras áreas. Os elementos obtidos com essa análise permitirão que São Leopoldo entre em outro patamar em termos de dados, especialmente porque a última grande análise que fizemos foi em 2010”, lembrou.

 

O executivo de negócios do Consórcio Cadastrogeo – responsável pela realização dos serviços –, Esteeven Cáceres, falou sobre o procedimento da captação de dados. “As imagens que fazemos são produzidas com aviões e um equipamento de ponta. O sistema que utilizamos é o mesmo de Dubai, Washington, Los Angeles, Rio de Janeiro, e outras grandes cidades. Outras cidades as quais prestamos este serviço chegam a se surpreender ao ver as diferenças geográficas que detectamos. Nosso propósito não é apenas a fiscalização, mas sim a justiça fiscal, que é um serviço à população”, esclareceu.


Fonte: PMSL

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