Ana Affonso fala sobre as eleições de 2024 e da importância do poder público na reconstrução de São Leopoldo
SÃO LEOPOLDO: Ana Affonso, vereadora e presidenta do PT leopoldense, participou na última quarta-feira, 05 de junho, do Programa Start News na www.radiostart.com.br que é apresentado por @BadoJacoby e @GuilbertTrendt. Durante a entrevista, Ana Affonso se manifestou sobre seu papel no grande debate que vai acontecer na eleição de outubro onde será escolhido o sucessor (a) de Ary Vanazzi que termina seu quarto mandato como prefeito de São Leopoldo. A presidenta do PT leopoldense, também abordou e destacou a importância do poder público na reconstrução de São Leopoldo e Rio Grande do Sul, após a maior tragédia climática da história do estado e talvez do Brasil.
Sobre as eleições municipais de São Leopoldo em 2024
Em relação as eleições municipais de outubro próximo, Ana Affonso se declara preparada para o grande debate entre a atual administração que vai tentar manter seu projeto administrativo e a oposição ao governo. A vereadora afirma que finalmente, as ideias e realizações de cada grupo poderão ser avaliados e apresentados e que a oposição vai ter que finalmente, mostrar seus projetos e objetivos, se é que tem algum. A presidente do PT municipal considera que o grupo apoiador e seguidor do ex-presidente Jair Bolsonaro, também vai ter que mostrar seus verdadeiros apoiadores que em sua grande maioria, são os mesmos que comandaram a gestão de Anibal Moacir e deixaram a prefeitura completamente falida e sucateada em 31 de dezembro de 2016. Se a proposta de gestão dos Bolsonaristas é baseada no modelo do governo Moa, que pelo menos tenham a coragem de apresentar seus verdadeiros mentores que seguem escondidos nos bastidores da política leopoldense, mas são realmente os que dão as cartas no grupo apoiador do candidato Bolsonarista de São Leopoldo. A campanha e os debates, vão mostrar as realizações e históricos políticos e administrativos de cada pretendente a assumir a prefeitura municipal a partir de 01 de janeiro de 2025, declarou Ana Affonso.
O estado mínimo se mostrou uma ficção e nunca resolveria uma situação de crise como estamos vivendo
Ana Affonso em sua fala também destacou e reafirmou a importância de um estado forte e atuante nos momentos de maior crise do país. O modelo neoliberal e da ficção de um estado mínimo, caíram por terra em apenas três dias após a tragédia que assolou no Rio Grande do Sul. O tal estado mínimo propõe o esvaziamento e extinção da maioria dos serviços públicos e os governos de Michel Temer e Eduardo Leite são as mostras reais desse modelo predador de governo que só beneficia grandes grupos econômicos e deixa completamente sem qualquer cobertura e assistência a grande maioria da população brasileira. Em um país com tantas diferenças sociais não se pode defender um estado que não seja atuante no dia a dia da maioria da população. A vereadora lembra a recente crise da COVID que praticamente parou o Brasil e teve no poder público, a grande bengala para a a grande maioria da população e também para o setor empresarial. No aspecto local, Ana Affonso destaca o Hospital Centenário que é público e que durante a pandemia praticamente absorveu toda a demanda de procura da assistência médica necessária, enquanto o setor privado em poucas semanas já tinha colapsado no atendimento de seus usuários e conveniados. O Semae, autarquia municipal, outro exemplo citado pela presidenta do PT, deu mostras de sua importância quando conseguiu grandes feitos que restabeleceram a volta do abastecimento de água para boa parte da população leopoldense e com parcerias com o setor privado, encontrou alternativas inéditas na retirada das águas em tantas regiões alagadas pela cidade, sendo exemplo para outras cidades do estado. O silêncio constrangedor dos defensores do estado mínimo é a mostra de que a grande maioria não sabe o que defende e principalmente, de que sem um estado forte e atuante, a situação da maioria dos brasileiros seria caótica nestas grandes crises nacionais e regionais. O estado ideal, não é o mínimo, mas sim o necessário e adequado a realidade brasileira, afirma Ana Affonso.
Você pode acompanhar a entrevista completa acessando o link abaixo:
Da redação do www.startcomunicacaosl.com.br/ Por Bado Jacoby


























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