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O pote mágico das soluções - Por Aline Bueno
Certo tempo trabalhei no NAP - Núcleo de Apoio Pedagógico. O local atendia crianças, adolescentes e familiares de crianças com algum transtorno que as fazia ter dificuldades na escola. Nosso papel era auxiliar essas crianças em seu desenvolvimento e ajudar as famílias a encontrarem o melhor caminho para elas na escola. Muitas vezes, me senti angustiada e pensei que dependia de mim trazer o pote mágico das soluções. Eram muitas as demandas e questionamentos de toda a parte:

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há 2 dias2 min de leitura


Por que todo mundo está resgatando fotos de 2016 e o que isso revela sobre nós? - Por Nana Vier
De repente, 2016 voltou. Não como data no calendário, mas como refúgio emocional. Nas redes sociais, pessoas comuns e figuras públicas começaram a resgatar fotos antigas, legendas nostálgicas, memórias editadas como se aquele ano tivesse sido um tempo mais simples, mais leve, mais feliz. Como se o passado fosse um lugar seguro onde ainda sabíamos quem éramos. A pergunta não é por que 2016 parece melhor. A pergunta é: por que o presente anda tão difícil de habitar? A nostalgia

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há 4 dias3 min de leitura


Sobre um Programa de Televisão... - Por Daniela Bitencourt Andara
Eu não assisto ao BBB (Big Brother Brasil). Corrigindo: Não assisto oficialmente. Não sei quem é líder. Não entendo direito a dinâmica. Jamais saberia explicar o que é um “sincerão” sem parecer que estou falando de marca de produtos de limpeza. Mas.... curiosamente (acredite!), sei o que acontece diariamente. Sei quem brigou no quarto, quem chorou na cozinha, quem “extrapolou no personagem”, quem manipula, quem assedia, quem “se revelou como realmente é”. Vida real??? Parece

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há 6 dias2 min de leitura


Na toca do coelho preto - Por Magali Schmitt
Falei aqui mesmo do conteúdo raso e o algoritmo me presenteia com Black Rabbit enquanto me dá um tapa na cara. Parece que a lei do retorno está cada vez mais rápida. Ou serão as escutas dos nossos aparelhos inteligentes? Comecei a assistir a minissérie por causa do Jude Law, confesso e, também, porque havia lido uma crítica positiva. Tenho buscado histórias que casem bom elenco e temas que me agradem. Não é receita certa, mas é um bom indicativo. Porque ator ou atriz de prest

Andressa Brunner Michels - Jornalista - MTB 19281/RS
19 de jan.3 min de leitura


O preço invisível dos direitos - Por Nana Vier
John Locke escreveu, no século XVII, que todo ser humano nasce com três direitos naturais: vida, liberdade e propriedade. Não eram presentes do Estado. Eram, para ele, expressões da própria condição humana. O Estado existiria apenas para protegê-los, nunca para substituí-los. Séculos depois, seguimos dizendo que queremos nossos direitos garantidos. Moradia, alimentação, saúde, dignidade. É justo. É necessário. É humano. Mas existe uma pergunta incômoda que raramente fazemos:

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18 de jan.2 min de leitura


À Espera de Brad Pitt - Por Daniela Bitencourt Andara
Ela estava à espera. Não esperava apenas a chegada de um avião, esperava um famoso ator de Hollywood. E, quiçá, também, esperava ser vista. No estacionamento de um aeroporto (quase vazio!), havia uma senhora brincando com o filho? Caindo em um golpe? Ou, quem sabe, sustentando algo muito mais pesado do que uma brincadeira: Ser notada! Ser amada! Instantaneamente, aos olhos do mundo, virou piada. Virou meme. Virou gargalhada fácil, dessas que não pedem licença, nem empatia

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17 de jan.2 min de leitura


Quando ser mulher ainda custa vidas -Por Iara Cardoso
Falar sobre violência contra a mulher nunca é apenas um exercício de análise de dados. É falar sobre dor, medo, silêncio e ausência. É falar sobre vidas interrompidas e sobre um Estado que, muitas vezes, chega tarde demais. Ainda assim, é preciso falar. É preciso nomear a violência, enfrentar os números e, sobretudo, humanizar o que precisa ser humanizado. Porque o silêncio e a indiferença sempre protegeram o agressor, e nunca a vítima. Os dados do Rio Grande do Sul são duros

Andressa Brunner Michels - Jornalista - MTB 19281/RS
12 de jan.3 min de leitura


A atenção, o artigo de luxo da era moderna - Por Magali Schmitt
Em outro texto, falei sobre o efeito dumb down e a simplificação crescente do conteúdo que consumimos no streaming e na TV. A lógica é clara: histórias cada vez mais fáceis de digerir, pensadas para que possamos fazer duas coisas ao mesmo tempo — sendo a segunda, quase sempre, mexer no telefone. Para quem nasceu com o celular como extensão da mão, isso é tão natural quanto acordar com o despertador do smartphone. O aparelho supre praticamente todas as necessidades da geração

Andressa Brunner Michels - Jornalista - MTB 19281/RS
12 de jan.2 min de leitura


O estranho conforto de não fazer nada - Por Nana vier
No começo, não fazer nada dá trabalho. O corpo senta, mas a cabeça continua em pé, circulando pela casa como quem procura uma tarefa esquecida. A mão alcança o celular sem perceber, os olhos caçam notificações, e o pensamento pergunta se não seria melhor aproveitar melhor o tempo. Aproveitar como? Ainda não sabemos. Fomos educados para preencher os dias. Agenda cheia, metas, listas, desempenho. Até o descanso virou atividade: descansar bem, descansar certo, descansar com pr

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11 de jan.2 min de leitura


Férias no Litoral Gaúcho - Daniela Bitencourt Andara
Passar férias no litoral gaúcho é sobre aceitar um acordo silencioso com o imprevisto. Nada, exatamente nada, sai como planejado e é justamente aí que mora o encanto. Veranear aqui não é para amadores, não é sobre descanso extremo, é sobre identidade. É quase um lembrete, anual, de quem realmente somos. Este ano, Janeiro já começou sem sutileza, trazendo um calor desproporcional, exagerado, quase ofensivo, como se quisesse afirmar que está no comando, de uma das estações qu

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9 de jan.3 min de leitura


Cuidar do presente para garantir o futuro - Por Heliomar Franco
Chegamos ao segundo ano de gestão com a sensação de ter feito um grande começo. Realizamos o possível com as ferramentas que tínhamos. E o possível, no cenário de pós-calamidade e desordem que encontramos, já foi suficiente para dar uma mostra do que vem por aí. E estamos pensando grande. Há muito tempo São Leopoldo não tinha um governo comprometido e voltado às pessoas, ao desenvolvimento da cidade como um todo. Um município precisa ser administrado com responsabilidade e vi

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6 de jan.3 min de leitura


Um olho no peixe e outro no gato - Por Magali Schmitt
O ano que acabou tão rápido quanto começou entrou da mesma forma que todos os outros: com a vida completamente alheia ao movimento do calendário. Tirando a expectativa de ganhar a Mega da Virada, pouca coisa nos abalou. Confesso que, nos últimos dias, me senti uma bola de feno rolando por um terreno árido, perdida entre teorias da conspiração. Um sopro mais forte e fui parar na ala dos anti-Havaianas. Agora, metade do que dá errado no país é culpa do fabricante das sandálias

Andressa Brunner Michels - Jornalista - MTB 19281/RS
5 de jan.3 min de leitura


Férias: quando o porta-malas vira um exercício de fé e resignação - Por Nana Vier
Esperamos o ano inteiro por alguns dias de pernas para o ar e pela ilusão sincera de que, desta vez, vamos conseguir descansar sem pressa. Sem despertador. Sem relógio. Sem agenda. Mas, antes de qualquer sombra, mar ou cadeira de praia, existe uma etapa inevitável: o momento em que o porta-malas do carro se transforma num verdadeiro teste de caráter, paciência e criatividade. Ali já sabemos que as férias começaram — mesmo que o corpo ainda não tenha entendido isso. Existe u

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4 de jan.2 min de leitura


E por falar em 2025… - Por Daniela Bitencourt Andara
Muitas vezes me pergunto se o ano passa ou se somos nós que passamos por ele. 2025, ah… espero que concordes comigo, ele nos atravessou! Foi como um vento que soprou forte e bagunçou o cabelo, os planos, as certezas... mas deixou, como todo o ano, aprendizagens espalhadas pelo chão, como um semeador que derruba sementes para florescer. Houve dias em que tive certeza, ser muito forte, e outros em que precisei de atenção e colo. Dias em que celebrei vitórias pequenas como quem

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31 de dez. de 20252 min de leitura


São Leopoldo mais segura - Por Luciano Ferreira Porto - Ten Cel PM
Por muitos anos, São Leopoldo esteve associada, de forma injusta e dolorosa, a um cenário de medo e instabilidade. O município conviveu com índices elevadíssimos de Crimes Violentos Letais Intencionais (CVLI), com a atuação de criminosos notórios, como Dilonei Melara, além de uma rotina marcada por homicídios, tráfico de drogas, roubos a veículos e comércios, ataques a instituições financeiras e violência armada. Não por acaso, a cidade passou a ser chamada, nos bastidores e

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31 de dez. de 20253 min de leitura


A comédia da vida privada - Por Magali Schmitt
Terminar um relacionamento e fazer uma live de casal para explicar o ocorrido é de uma civilidade que não cabe no meu arcabouço. Tenho dificuldade em lidar com essas coisas, aliada a certa falta de prática nesse quesito. Na minha cabeça, as coisas funcionam como no português: ordem direta, sujeito, verbo, predicado. Ivo viu a uva. Antiquado, eu sei. Quando me deparo com situações assim, volto ao modo paleolítico inferior e sinto estranhamento. Mas o fim não precisa ser, neces

Andressa Brunner Michels - Jornalista - MTB 19281/RS
29 de dez. de 20253 min de leitura


A semana das sobras e das promessas - Por Nana Vier
Existe uma semana curiosa no calendário. Aquela que fica entre o Natal e o Ano-Novo. Um tempo meio suspenso, sem grandes cerimônias, em que a vida anda em ritmo de vestígios. A gente segue comendo as sobras da ceia, reinventando pratos com o que ficou, abrindo a geladeira mais por afeto do que por fome. Ainda tem panetone, um pedaço de peru, um arroz diferente. O corpo já não quer tanto, mas o coração insiste. Talvez porque comida, nessa semana, seja menos sobre nutrir e mais

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28 de dez. de 20252 min de leitura


A menina que fui volta em dezembro - Por Daniela Bitencourt Andara
Dezembro, traz consigo um jeito curioso e suspeito e, acredito, que a percepção não é exclusiva minha: ficamos mais reflexivos, sensíveis e saudosos. No momento em que o calendário chega na "última página", algo inusitado acontece... recebo a visita da menina que um dia fui. E, ela, atrevida, não bate na porta; simplesmente entra. Escuto o barulhinho do seu chinelinho arrastado trazendo consigo uma alegria que minha versão adulta muitas vezes esquece no dia-a-dia. A presença

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25 de dez. de 20252 min de leitura


Um Natal com mais Jesus e menos Papai Noel e fariseus - Por Bado Jacoby
O Natal é, hoje, uma celebração marcada por símbolos que se misturam entre a fé cristã, tradições antigas e um forte apelo comercial. A festa que conhecemos não nasceu com o cristianismo tal como se apresenta. Na verdade, ela foi sendo moldada ao longo dos séculos, incorporando rituais do Império Romano e de culturas orientais, que celebravam, em dezembro, o período em que o sol resistia ao inverno mais rigoroso. Assim, o nascimento de Jesus foi simbolicamente colocado em 25

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24 de dez. de 20252 min de leitura


Misofonia - Por Magali Schmitt
Parece nome de espetáculo musical. Ou de uma ópera moderna, dessas cheias de ruídos experimentais e plateia dividida. Mas é exatamente o contrário. Ao pé da letra, misofonia significa ódio ao som. Trata-se de um transtorno em que sons específicos — e geralmente repetitivos — provocam reações emocionais negativas e intensas. Irritação, angústia, desconforto físico. Às vezes uma vontade súbita de fugir do próprio corpo. Por que estou falando disso? Porque, nesse exercício meio

Andressa Brunner Michels - Jornalista - MTB 19281/RS
22 de dez. de 20252 min de leitura
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