Apesar da rapidez e preço baixo, transporte de passageiros por moto tem riscos altos de acidente
- Start Comunicação

- 9 de fev. de 2025
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Com a agilidade, os preços das passagens de ônibus e a demora no deslocamento via transporte público, utilizar o serviço de transporte por aplicativo por moto se torna a opção mais ágil e muitas vezes mais barata aos usuários. O serviço com motocicleta, que é alvo de polêmica em São Paulo, não tem lei específica para sua regulamentação no Rio Grande do Sul, onde é ofertado, desde 2022, pelas empresas Uber e 99.
Ambas as provedoras de conectividade entre usuários e trabalhadores afirmam atender às normas estabelecidas nas legislações federais que autorizam o exercício desta modalidade de serviço. Sustentam manter critérios para admissão dos motociclistas prestadores e garantem proporcionar seguro para reparação de danos em eventuais acidentes, tanto para usuários quanto para os trabalhadores.
O serviço nas motocicletas, assim como se constituiu com os automóveis, atrai trabalhadores em busca da alternativa para geração de renda com liberdade na gestão de horários e da fração do dia dedicada ao trabalho.
Em São Paulo, o debate ganhou destaque diante da determinação da prefeitura em proibir a atividade, enquanto as empresas se baseiam na legislação federal para operar. No Rio Grande do Sul, porém, não existe disposição declarada pelo poder público para tal restrição. Contudo, a condução de motocicletas em meio ao tráfego intenso muitas vezes implica em situações perigosas como ultrapassagem arriscadas em locais proibidos, desrespeito às regras de trânsito, velocidade excessiva e comportamento imprudente. Essas atitudes colocam tanto o motociclista quanto os passageiros em risco.
Embora a modalidade de moto aplicativo tenha se tornado uma opção popular de transporte, é crucial compreender os desafios e perigos a eles associados. A segurança dos passageiros e a conformidade com as leis de trânsito são aspectos fundamentais que devem ser abordados pelas empresas, motociclistas, autoridades e legisladores. É necessário criar normas para regulamentação e fiscalização eficientes, evitando assim acidentes e mortes no trânsito.
Da Redação www.startcomunicacaosl.com.br

































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