Ações da Polícia Penal impedem entrada de celulares, drogas e armas em presídios do RS
- Andressa Brunner Michels - Jornalista - MTB 19281/RS

- há 2 dias
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A atuação da Polícia Penal ao longo de 2025 evitou a entrada de uma quantidade expressiva de materiais ilícitos nas unidades prisionais do Rio Grande do Sul. Dados do Departamento de Segurança e Execução Penal apontam aumento nas apreensões de todos os tipos de produtos, especialmente em ações extramuros, como rondas externas e a interceptação de arremessos manuais ou com uso de drones sobre as muralhas.
Ao longo do período, os servidores penitenciários impediram a entrada de 2.893 aparelhos celulares no sistema prisional. Em 2024, haviam sido apreendidos 2.667, o que representa um crescimento de 8,5%. O aumento mais expressivo foi registrado na apreensão de chips de telefonia, com alta de 67%, passando de 1.101, em 2024, para 1.836, em 2025.
O levantamento considera exclusivamente ações de policiamento preventivo externo às unidades prisionais e não inclui apreensões realizadas em revistas gerais nas galerias, revistas pontuais nas celas ou cumprimento de mandados de busca e apreensão.
“São números que demonstram a capacidade técnica dos nossos servidores e a atuação firme contra o crime organizado. Trata-se de uma contribuição fundamental para o trabalho integrado com a segurança pública e para a melhoria de diversos indicadores, como resultado das políticas implementadas pelo governo Eduardo Leite”, avaliou o secretário estadual de Sistemas Penal e Socioeducativo, Jorge Pozzobom.
No combate à entrada de drogas, o crescimento também foi significativo. Em 2025, a Polícia Penal apreendeu 426,3 quilos de entorpecentes, volume 89% superior aos 225,5 quilos registrados em 2024.
Para o superintendente da Polícia Penal do Rio Grande do Sul, Sergio Dalcol, os resultados refletem o comprometimento das equipes. “É importante destacar que nada disso seria possível sem o empenho e a qualificação dos nossos servidores. O combate à comunicação ilícita e à entrada de drogas reduz a capacidade de articulação dos grupos criminosos dentro do sistema prisional”, afirmou.
Além disso, ao longo do ano passado, foram interceptados 184 arremessos de armas brancas, número dez maior do que o registrado em 2024.
Redação do www.startcomunicacaosl.com.br | Por Andressa Brunner Michels | Fonte: O Sul































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