Cesta básica de Porto Alegre sobe após cinco meses de queda e volta a ser a mais cara do Brasil
- Start Comunicação

- 9 de nov. de 2022
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A cesta básica de Porto Alegre subiu 3,34% e fechou custando R$ 768,82 em outubro, conforme levantamento do Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese), divulgado nesta segunda-feira (07). A alta interrompe cinco meses consecutivos de queda.
Além disso, Porto Alegre voltou a ter os produtos mais caros do Brasil entre as 17 capitais medidas. A Capital ultrapassou São Paulo (R$ 762,60) e Florianópolis (R$ 753,82).
No acumulado de 2022, a cesta básica subiu 12,58%. Já nos últimos 12 meses, o indicador teve alta de 11,25%.
Preço por produto
Dos 13 itens pesquisados, oito ficaram mais caros e cinco, mais baratos. Segundo o Dieese, produtos in natura como batata, banana e tomate puxaram a alta em outubro. No caso da batata, o aumento é creditado à diminuição da oferta com o fim da safra de inverno, mesmo motivo do tomate, e pelas chuvas.
Já o pão francês ficou mais caro por causa da expectativa de menor produção nos Estados Unidos e dificuldade de escoar o trigo da Rússia, devido à guerra com a Ucrânia.
Segundo o Dieese, a jornada de trabalho mensal necessária para comprar os produtos da cesta básica seria de 139 horas e 33 minutos.
Os 13 produtos são comprados com 68,58% do salário mínimo, ou seja, mais de dois terços da renda mínima são gastos nos itens essenciais. Para dar conta da alimentação e dos outros gastos de uma família, o salário necessário deveria ser de R$ 6.458,86, o equivalente 5,33 vezes o mínimo atual, de R$ 1.212.
Fonte: g1
























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