Chuva perde força, mas RS ainda terá instabilidade nesta terça-feira (04)
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A terça-feira, 4 de agosto de 2026, será marcada pela redução gradual da instabilidade no Rio Grande do Sul. Depois da passagem da frente fria entre segunda e a madrugada de terça, a chuva perde intensidade na maior parte do Estado, embora o tempo ainda permaneça fechado em diversas regiões. Conforme as previsões mais recentes da MetSul Meteorologia, Climatempo e do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet), o risco de temporais diminui consideravelmente, mas ainda podem ocorrer pancadas isoladas de chuva, principalmente entre a madrugada e a manhã, antes da melhora gradual ao longo do dia.
O Inmet mantém atenção para a possibilidade de chuva moderada em pontos isolados e rajadas ocasionais de vento, especialmente nas regiões Norte e Nordeste do Estado. Com o avanço de uma massa de ar mais seco, o tempo começa a firmar durante a tarde em boa parte do território gaúcho, favorecendo períodos de sol entre nuvens. As temperaturas ficam amenas ao amanhecer, entre 13°C e 16°C, e as máximas variam entre 20°C e 24°C, dependendo da região.
Região Metropolitana de Porto Alegre
Na Região Metropolitana, incluindo Porto Alegre, Canoas, Esteio e Sapucaia do Sul, a terça-feira começa com muitas nuvens e possibilidade de chuva fraca ou garoa nas primeiras horas do dia. No decorrer da manhã, a instabilidade perde força e o sol aparece entre nuvens durante a tarde. As temperaturas variam entre 15°C e 23°C. Apesar da melhora, o monitoramento dos rios segue sendo prioridade em razão dos elevados volumes de chuva registrados nos últimos dias.
Vale do Sinos
No Vale do Sinos, incluindo São Leopoldo, Novo Hamburgo, Campo Bom e Sapiranga, a previsão também indica um dia de transição. A chuva deve ocorrer apenas de forma isolada entre a madrugada e a manhã, dando lugar a períodos de melhoria no restante do dia. As temperaturas ficam entre 15°C e 23°C, com sensação térmica agradável.
Mesmo com a diminuição da chuva, a atenção permanece voltada ao comportamento do Rio dos Sinos, que continua com níveis elevados em diversos pontos da bacia. A tendência é que a redução das águas ocorra de forma lenta, exigindo monitoramento constante das áreas atingidas pelas cheias.
Da redação do www.startcomunicacaosl.com.br
























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