Instituto Mulheres Jornalistas, sediado em São Leopoldo, recebe prêmio da ONU
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- 4 de fev. de 2022
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Iniciativas de defesa dos direitos humanos e combate às desigualdades como o trabalho do Instituto Mulheres Jornalistas são reconhecidas pela Prefeitura de São Leopoldo. Uma dessas ações está presente no trabalho desenvolvido pelo Instituto Mulheres Jornalistas (IMJ), fundado em 2017, também sediado em São Leopoldo. Com pautas voltadas para o combate à fome e a miséria, defesa dos direitos humanos, das mulheres, das minorias e dos grupos identitários. O Instituto trouxe para a cidade diversos prêmios importantes na área da Comunicação nos últimos anos. A instituição atua em território nacional e internacional, com a colaboração de diversos comunicadores e do público, sendo premiada pela Organização das Nações Unidas (ONU), no Prêmio Agência da ONU Jornalismo Digital e Mapa da Fome no Brasil. O IMJ também recebeu prêmios na VOL, por ser considerada a melhor instituição do Brasil para voluntariar; na Justiça do Trabalho de Jornalismo em 2021; 7º e 8º prêmio da Associação dos Defensores Públicos do Estado do Rio Grande do Sul (ADPERGS) de Jornalismo e o prêmio jornalista de impacto em 2021. Nascida e crescida em São Leopoldo, a fundadora do Instituto e presidente na gestão 2020-2024, Letícia Fagundes, conta como foi sua trajetória e como a decisão de criar o Instituto impacta na vida de tantas mulheres hoje. “Tenho muito orgulho de onde venho. O jornalismo é um meio democrático, e aqui em São Leopoldo vemos a possibilidade de tornar isso cada vez mais forte e real. Na condição de mulheres leopoldenses e capilés, conseguimos desmistificar a idéia que se tem sobre um jornalismo centrado nas capitais, e através do Instituto conseguimos levar a mensagem a outros estados e até fora do Brasil, e somos gratas por ter uma gestão que preza por isso”, contou Letícia.
Para o prefeito de São Leopoldo, Ary Vanazzi, esses reconhecimentos e esse trabalho de mídia articulada são muito importantes. “É um orgulho muito grande saber que um trabalho que teve início aqui na cidade pode levar ao mundo informações relevantes, destacando temas urgentes que precisamos valorizar e destacar, para nós é uma satisfação e um orgulho esse trabalho dessas mulheres”, afirmou Vanazzi.
A jornalista Juliana Mônaco, de São Paulo, que faz parte da comissão do IMJ, conta sobre a experiência de fazer parte do projeto. "Eu sempre tive muita vontade de trabalhar com algo que acredito e contribuir para uma causa, mesmo que em pequenas proporções. Foi essa a grande motivação que me fez cursar jornalismo e, principalmente, entrar para o Instituto Mulheres Jornalistas. Desde 2018, contribuo para dar voz às minorias por meio de um jornalismo de qualidade, feito por mulheres e que valoriza a diversidade e o empoderamento feminino como pilares para uma sociedade mais justa. Como jornalista, mulher e LGBTQ+, é uma honra fazer parte dessa história! Saiba mais
O Instituto oferece no âmbito virtual conteúdos que defendem a igualdade de gênero, o empoderamento e a representatividade das mulheres. Além disso, promove e desenvolve cursos, workshops, palestras, que buscam alcançar a minoria, apoiar, orientar e educar a população a consumir um jornalismo de qualidade, feito por mulheres de diversas regiões do país. Quem tiver interesse em colaborar com reportagens ou mesmo como parceiro e investidor pode mandar email para soumulheresjornalistas@gmail.com e quem quiser investir no Instituto o canal de acesso é o mesmo.
Conheça a série de vídeos premiados "O combate a fome nas regiões semiáridas do Brasil"
Acesse o site em: https://mulheresjornalistas.com/quem-somos/equipe/ e saiba mais sobre.
Fonte: PMSL
























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