Justiça da Colômbia condena 4 pessoas pela morte de promotor paraguaio durante lua de mel
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- 19 de jun. de 2022
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A Justiça da Colômbia condenou quatro pessoas pelo assassinato do promotor paraguaio Marcelo Pecci, que foi morto durante lua de mel em 10 de maio. Os réus foram condenados a 47 anos de prisão cada, porém, as penas foram reduzidos para 23 anos e seis meses cada. O júri ocorreu em Cartagena nesta sexta-feira (17).
Durante a audiência, Wendre Still Scott Carrillo, Eiverson Adrián Zabaleta Arrieta, Gabriel Carlos Luis Salinas Mendonza e Cristian Camilo Monsalve Londoño foram acusados de homicídio e posse ilegal de armas e todos confessaram terem assassinado Pecci.
Conforme divulgado pela Justiça colombiana, Wendret Carrilo foi apontado como autor material dos tiros; Eiverson foi quem transportou, em Jet Ski, os atiradores; e Marisol e Cristian foram encarregados de estudar e informar cada movimento de Pecci e da esposa, que estavam hospedados em um resort em lua de mel.
Durante o júri, uma quinta pessoa se declarou inocente e um sexto suspeito continua foragido, segundo divulgado pela polícia da Colômbia.
Relembre o caso
Pecci foi morto na praia de Bauro, no Caribe colombiano, em 10 de maio, enquanto desfrutava de sua lua de mel. Ele havia se casado em 30 de abril com a jornalista Claudia Aguilera, que está grávida.
O promotor de 45 anos investigava casos de tráfico e crime organizado. O assassinato, cometido por mercenários que dispararam a bordo de jet skis, comoveu a sociedade paraguaia.
O presidente do Paraguai, Mario Abdo Benítez, confirmou a morte em uma rede social: “O covarde assassinato do promotor Marcelo Pecci na Colômbia deixa toda a nação paraguaia de luto. Condenamos, da maneira mais enérgica, esse trágico incidente e redobramos nosso compromisso de lutar contra o crime organizado”, disse ele.
Fonte: g1
























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