Leopoldense Rogério Daniel da Silva, presidente da Feconsepro, participa de reunião sobre impasse no Piseg

O leopoldense Rogério Daniel da Silva, presidente da Federação dos Conselhos Comunitários Pró-Segurança Pública do Rio Grande do Sul (Feconsepro), participou, na manhã desta quarta-feira (23), de uma reunião na sede da Federasul, em Porto Alegre, para discutir o impasse envolvendo o Programa de Incentivo ao Aparelhamento da Segurança Pública (Piseg).
O encontro reuniu lideranças e representantes do setor empresarial preocupados com a paralisação do programa, que permite que empresas destinem recursos para investimentos em equipamentos e estrutura dos órgãos de segurança pública do Estado.
Rogério destacou a importância do Piseg e os prejuízos provocados pela interrupção das doações. Segundo ele, a situação também afeta o trabalho dos Consepros, que atuam na aproximação entre a sociedade civil e os órgãos de segurança.
“Como interlocutores da segurança junto à sociedade civil, os Consepros perdem muito com a estagnação do programa. O trabalho de convencimento que se fez junto às empresas foi colocado em xeque, num retrocesso preocupante. O programa está no limbo enquanto há empresas querendo doar e os organismos de segurança precisando de investimentos que o Estado não faz nem está permitindo ser feito”, afirmou.
Representantes de empresas como Gerdau e Instituto Floresta também manifestaram preocupação e relataram o interesse em continuar contribuindo com a segurança pública por meio do Piseg.
Após a reunião, Rogério participou do evento Tá na Mesa, que também discutiu o futuro do programa e contou com a presença do secretário da Segurança Pública do Estado, Mário Ikeda.
Piseg está parado desde março
Criado para permitir que empresas contribuintes de ICMS destinem recursos ao aparelhamento da segurança pública, com compensação dos valores no imposto a recolher, o Piseg está estagnado desde março.
A paralisação ocorreu após o próprio Governo do Estado identificar a necessidade de ajustes internos no funcionamento do programa, depois de sua promulgação como lei.
A Feconsepro defende a retomada do mecanismo e reforça a importância da participação do setor privado nos investimentos em segurança pública no Rio Grande do Sul.
Colaboração da jornalista Silvia Trovo

























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