Ministro da Educação, Camilo Santana, confirma que Caxias do Sul terá novo câmpus da UFRGS
Atualizado: 11 de jun. de 2024

Nesta segunda-feira (10) o ministro da Educação, Camilo Santana, durante encontro do governo federal com reitores de universidades e institutos federais em Brasília, anunciou que Caxias do Sul receberá um câmpus da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS) .
Além de Caxias, outros nove municípios brasileiros receberão câmpus, que contemplará as cinco regiões brasileiras, a partir de investimentos do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) Universidades. Entretanto, não foram divulgados os cursos que serão oferecidos na Serra, nem a data de implantação do câmpus. Já o ministro de Apoio à Reconstrução do RS, Paulo Pimenta, informou que as aulas estão previstas para começar em 2025.
Em Brasília, a deputada federal Denise Pessôa (PT-RS) e o deputado estadual Pepe Vargas (PT) acompanharam o anúncio do governo federal. Ambos lideram o movimento de articulação na Serra gaúcha para a implantação de uma universidade federal na região. De acordo com Denise, a escolha do local e quais cursos estarão disponíveis aos alunos será feita pelo Ministério da Educação, em parceria com a comunidade.
De acordo com a parlamentar será feito um acompanhamento do tema. "Nós vamos acompanhar o assunto de perto, realizar audiências públicas para ouvir o que a comunidade quer, e considera melhor para a região e levar esses apontamentos e sugestões ao governo federal. Vamos construir a nossa universidade federal coletivamente. A nova universidade trará mais oportunidades de educação e desenvolvimento para nossa região", explica Denise.
O total de investimento do governo federal anunciado é de R$ 5,5 bilhões, dos quais R$ 3,17 bilhões serão utilizadas na consolidação de universidades, R$ 600 milhões na expansão das instituições e outros R$ 1,75 em hospitais universitários. Para cada novo câmpus será um média de R$ 60 milhões apenas para a edificação e equipamentos.
No encontro, o ministro da Educação detalhou que a escolha das cidades foi feita com base na comparação entre a quantidade populacional e o número de matrículas públicas na educação superior.
Presente na reunião desde o início, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva reforçou que o objetivo é ampliar a oferta de ensinos superior para mais regiões e que em nenhum momento a escolha dos novos locais seguiu algum critério político. "Nós escolhemos os novos locais pelo vazio educacional, não teve critério político-partidário ou eleitoral. Na região que tem menos cursos, é lá que a gente vai fazer. O que nós queremos é interiorizar a possibilidade das pessoas estudarem. Eu acho que é preciso, eu estando na presidência da República, garantir que todas as pessoas tenham o direito de estudar em universidade" enfatizou o presidente.
Fonte: GZH

























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