PIB do segundo trimestre cresce 0,9%, e supera expectativas do mercado financeiro
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- 1 de set. de 2023
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O Produto Interno Bruto (PIB) do segundo trimestre de 2023 desacelera e registra alta de 0,9%, na comparação com o trimestre anterior, somando R$ 2,651 trilhões, conforme dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) divulgados nesta sexta-feira (1º/9).
O PIB é o indicador de riqueza produzida no país ao longo do ano. No primeiro trimestre de 2023, registrou crescimento de 1,9%, superando as expectativas do mercado graças ao forte desempenho da agricultura. Frente ao mesmo período de 2022, o PIB cresceu 3,4% neste ano.
O resultado ficou acima da mediana das estimativas do mercado, de 0,2% a 0,3%, mas confirmou a expectativa de que a economia do país segue em desaceleração e que a surpresa do primeiro trimestre foi um ponto fora da curva.
Conforme dados do IBGE, do lado da oferta, após crescer 22% a agropecuária contribuiu negativamente para o desempenho do PIB de abril a junho deste ano e registrou queda de 0,9% em relação aos primeiros três meses do ano. A indústria, contudo, surpreendeu com alta de 0,9% na mesma base de comparação E serviços, por sua vez, continua acelerando e apresentou avanço de 0,6%.
Do lado da demanda, o consumo das famílias também acelerou e registrou alta de 0,9% na comparação com os três meses anteriores. A despesa do governo avançou 0,7% e os investimentos andaram de lado. A Formação Bruta de Capital Fixo (FBCF), avançou 0,1%. Exportações apresentaram crescimento de 2,9% e as importações recuaram 4,5%, de acordo com os dados do IBGE.
A taxa de investimento recuou em relação ao segundo trimestre de 2022, passando de 18,3% para 17,1% do PIB, neste ano. A taxa de poupança também registrou queda na mesma base de comparação, passando de 18,4% para 16,9% do PIB.
Fonte: Correio Braziliense
























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