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Polícia identifica 14 possíveis vítimas de médico preso por suspeita de abuso em Taquara


Foto: Divulgação/Polícia Civil
Foto: Divulgação/Polícia Civil

A Polícia Civil já identificou, até esta quarta-feira (1º), 14 possíveis vítimas de um médico preso preventivamente em Taquara, suspeito de cometer crimes sexuais durante atendimentos. As vítimas são mulheres que registraram ocorrência e prestaram depoimento.

As investigações seguem em andamento, e a polícia acredita que o número de vítimas pode ser ainda maior. Conforme apurado, o cardiologista Daniel Pereira Kollet atuaria dessa forma há pelo menos dois anos, solicitando às pacientes que mantivessem sigilo após as consultas.


De acordo com o delegado Valeriano Garcia Neto, um dos relatos aponta que o médico prescrevia medicação controlada e solicitava retornos frequentes ao consultório. Em situação de vulnerabilidade, a paciente teria sido abusada diversas vezes.

Segundo o delegado, a vítima passou a desconfiar da situação e decidiu ir acompanhada por uma familiar em uma consulta, ocasião em que, conforme o relato, não houve qualquer abordagem inadequada. Posteriormente, ao buscar outro profissional, foi informada de que não precisava do tratamento indicado anteriormente.


Ainda conforme a investigação, o médico teria se aproveitado da fragilidade das pacientes para cometer os abusos. Há relatos de que ele realizava toques sem consentimento durante as consultas, enquanto as vítimas estavam em estado de choque e sem reação.

Durante a prisão, segundo a polícia, o suspeito teria afirmado que os contatos físicos tinham a intenção de demonstrar carinho e oferecer orientações espirituais.

O médico foi encaminhado ao Núcleo de Gestão Estratégica do Sistema Prisional (Nugesp), em Porto Alegre. Denúncias anônimas podem ser feitas pelo telefone (51) 98443-3481.


A defesa, representada pelo advogado Rômulo Campana, informou que ainda não teve acesso completo ao inquérito, mas afirma que o médico nega todas as acusações e possui histórico profissional pautado pela ética.

O Conselho Regional de Medicina do Rio Grande do Sul (Cremers) informou que já iniciou medidas administrativas para apurar o caso e destacou que, se confirmadas as denúncias, as medidas cabíveis serão adotadas.


Redação do www.startcomunicacaosl.com.br | Por Andressa Brunner Michels | Fonte: G1 RS

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