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Praça da Biblioteca é palco para crescimento do empreendedorismo negro na Expo Black


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Imagem: Bruno Zabka/ PMSL.

Uma tarde de muito sol na Praça da Biblioteca foi o ambiente da XIII Expo Black realizada no domingo (30). Essa foi a segunda edição do mês, dentro da programação do Julho das Pretas – movimento de mulheres negras do Brasil que conta com ações no município.


A edição desse fim de semana contou com 19 expositores de diversos segmentos, entre eles acessórios, como toucas e brincos; alimentação, com doces e comidas típicas da Bahia – acarajé, lelê de milho, pamonha e mugunzá; arte, através de caricaturas feitas na hora, panos com temática black e peças artesanais que visam à sustentabilidade.


Denize Pereira da Silva, de 55 anos, expõe a Amora’s Doces desde o início da Expo Black. Para ela, a iniciativa é muito importante para o afroempreendedor mostrar o seu trabalho e divulgar seus produtos. “É necessário para nós também participarmos do empreendedorismo. Aqui eu tenho bolos de pote, delícias de morango, que é o recheio e a fruta, espetinho de morango enrolado no brigadeiro e casquinha de chocolate e churros no pote”, explica.


Segundo a chefe do Departamento de Igualdade Racial, da Secretaria de Direitos Humanos (Sedhu), Adriângela Cabral, “esse projeto foi pensado para ressaltar e fomentar o crescimento econômico das afroempreendedoras em São Leopoldo”. A gestora ainda afirma que 95 pessoas estão registradas na Expo Black.


Luci Athaide, de 33 anos, aproveitou o dia bonito para sair de casa. Ela conta que vem em todas as edições do evento. “O que mais me chama atenção é que ela fica melhor ainda, mais agregadora e mais acolhedora. Além de dar visibilidade aos expositores negros, a Expo Black ajuda a gente a conhecer um pouco mais da cultura negra. Quando a gente fala do bicentenário e da colonização alemã é muito interessante pensarmos também na contribuição de todos os povos”, destaca a moradora do bairro Pinheiro.


A cantora leopoldense Mari Lima, protagonista de grupo de samba e pagode, foi a atração cultural da tarde, abrilhantando a exposição com sua música. "Já cantei aqui na Expo Black no Dia da Consciência Negra e acho o evento muito importante para São Leopoldo, porque a gente precisa de espaço, não só quem faz artesanatos, mas nós como músicos também, para demonstrar o nosso talento e o nosso trabalho", salienta.


Fonte: PMSL

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