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Prefeito Ary Vanazzi desmente fake news e anuncia descentralização da vacinação infantil em SL


Imagem: reprodução/ Rádio Prefeitura de São Leopoldo.

Em live transmitida pelas redes sociais da Rádio Prefeitura de São Leopoldo na tarde desta terça-feira, (1º), o prefeito Ary Vanazzi esclareceu e desmentiu áudios que têm circulado em grupos de WhatsApp sobre a obrigatoriedade da vacinação infantil contra Covid-19 em São Leopoldo. Além do prefeito, estiveram presentes na transmissão os secretários Marcel Frison (Saúde) e Ricardo da Luz (Educação), e a coordenadora de Imunizações, Karen Carvalho.


Ary Vanazzi começou a live se pronunciando que "a vacina é a prova concreta que demonstra a diminuição nos casos de internações e no número de óbitos. Então a vacina é a prova científica para que possamos enfrentar a pandemia e sair dela. A batalha tem sido contra a mentira, as fake news".


Para o prefeito, vem ocorrendo uma campanha pesada de desinformação contra a vacinação infantil no município e que a prefeitura não pode obrigar ninguém a se vacinar. "Registramos um B.O na Polícia Civil e a Procuradoria-Geral do Município já encaminhou um ofício ao Ministério Público para a devida apuração", afirmou Vanazzi.


Conforme Vanazzi, a criança não pode ser penalizada duas vezes, então ela não será proibida de entrar na escola caso não apresente o comprovante de vacinação, "no entanto os pais terão de apresentar as justificativas e os nomes vão ser encaminhados para o Conselho Tutelar tomar as medidas cabíveis".


Durante a transmissão, os secretários Marcel Frison e Ricardo Luz anunciaram a descentralização da vacinação infantil – que atualmente ocorre na escola municipal Gusmão Brito e nas UBS Vicentina e Materno Infantil – para outras escolas, públicas e privadas, de todas as regiões do município. Em São Leopoldo, são aproximadamente 15 mil crianças entre cinco e 11 anos.


Segundo o secretário da Saúde, Marcel Frison, "estamos numa fase que eu considero fundamental, que é a vacinação das crianças de cinco a 11 anos. Temos duas vacinas: a Pfizer e a CoronaVac, que foram aprovadas no Brasil e mostraram sua eficácia."


Ele afirma que a descentralização está ocorrendo para facilitar o deslocamento de pais e responsáveis que levam as crianças para fazer a vacina.


Para Ricardo da Luz, secretário de Educação, "nossas escolas são comprometidas em querer o melhor para nossas crianças. Realizar a vacinação nesses locais serve para mostrar isso à comunidade". O secretario de Educação fez um apelo para que os pais confiem na vacinação e disse que a escola é local de ciência.


De acordo com a coordenadora de Imunizações da SEMSAD, o ambiente escolar foi totalmente preparado e organizado para receber os pequenos "Os profissionais passaram por uma capacitação para a aplicação dos imunizantes nas crianças. Peço que os pais confiem na vacina. Os número confirmam isso. Em crianças de 0-4 anos já são mais de um mil óbitos no Brasil", afirma Karen.


Karen explicou que a vacina Pfizer vai ser aplicada em crianças com comorbidades, deficiência e imunosupressão e as de cinco anos sem comorbidades. Já a CoronaVac vai ser aplicada em crianças de seis a 11 anos sem comorbidades,


O calendário completo de escolas que vão receber equipes da SEMSAD para a vacinação infantil deve ser publicado pela prefeitura municipal nas próximas horas.



Guilbert Trendt, da Redação Start

 
 
 

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