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Probabilidade de La Niña no Rio Grande do Sul está acima de 70%


Colheita do arroz no Rio Grande do Sul. | Imagem: Fernando Dias/Ascom Seapdr

O Rio Grande do Sul pode sofrer, nos próximos meses, os efeitos de La Niña. De acordo com os modelos de previsão do International Research Institute for Climate and Society (Iri), utilizados pelo Conselho Permanente de Agrometeorologia Aplicada do estado (Copaaergs), a probabilidade de que as condições para o fenômeno climático iniciem durante a primavera de 2021 e permaneçam até o verão 2021/2022 está acima de 70%.


O prognóstico para outubro indica redução da chuva e aumento da temperatura durante o dia, o que gera um aumento da evapotranspiração, especialmente na segunda quinzena do mês. Em novembro, o cenário deve ser semelhante, com predomínio de noites mais frias e dias mais quentes. Já para dezembro são esperados padrões de chuva e temperaturas mais próximos da média


La Niña X El Niño


O La Niña é um fenômeno climático oposto ao El Niño. A principal característica dele é o resfriamento da superfície das águas do Oceano Pacífico Equatorial.


Segundo o estudo, desde as duas últimas semanas de agosto de 2021, as anomalias negativas vêm se intensificando e apresentando um valor médio mensal de -0,5°C. Contudo, para confirmação, é necessário que haja a persistência de anomalias negativas iguais ou inferiores à -0,5°C durante, no mínimo, cinco trimestres móveis consecutivos.


No Brasil, o La Niña deixa as regiões Norte e Nordeste mais chuvosas e menos frequentes no Sul. Outra característica é deixar as temperaturas mais amenas e o clima mais seco no Sudeste e no Centro-Oeste.


Fonte: g1



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