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Reforma administrativa federal perde força e sofre debandada de deputados em ano pré-eleitoral

BRASÍLIA: menos de um mês após ser protocolada na Câmara dos Deputados, a PEC da reforma administrativa já enfrenta um cenário de esvaziamento político. A proposta, apresentada em 24 de outubro, acumula pelo menos 14 pedidos de retirada de assinatura, um movimento que praticamente enterra sua tramitação em pleno ano pré-eleitoral.


Entre os parlamentares que recuaram estão nomes de peso, como o líder da oposição, Coronel Zucco (PL-RS), e Zé Haroldo Cathedral (PSD-RR), do mesmo partido do relator Pedro Paulo (PSD-RJ). Zucco justificou sua decisão alegando que o texto “tem amplo impacto sobre a autonomia federativa” e carece de “um debate mais profundo e transparente”.


A lista de desistências inclui deputados de diferentes siglas — MDB, PSD, PL, Republicanos e União Brasil — evidenciando a falta de consenso e o receio político de apoiar medidas impopulares que possam atingir servidores públicos e carreiras estáveis.


Nos bastidores, lideranças partidárias admitem que o ano eleitoral de 2026 e o desgaste do tema junto à base de servidores que estão mobilizados contra a reforma, tornaram a proposta radioativa. O que seria uma reforma estrutural virou um impasse político, com cada vez mais deputados preferindo se afastar de um projeto que, por ora, parece afundar antes mesmo de sair do papel.


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