Saída de Regina Caetano da Sedetec: passado o olho do furacão, vida que segue - Por Bado Jacoby
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Semana agitada
A última semana foi, sem exagero, uma das mais agitadas do cenário político recente de São Leopoldo. A saída da vice-prefeita Regina Caetano(PP) do comando da Sedetec, mexeu com a estrutura do governo municipal, gerou ruído, especulação e uma repercussão que ainda deve ecoar nos bastidores. Ainda assim, é preciso registrar um ponto básico, mas essencial: o governo continua, e Regina Caetano segue sendo parte dele até o último dia do mandato.
Prioridades continuam e precisam ser encaminhadas
O episódio foi intenso, público e politicamente desgastante, mas a gestão não pode ficar refém de crises permanentes. A cidade segue com problemas concretos, demandas urgentes e projetos em andamento. Neste momento, as prioridades são claras: a definição do novo comando da Secretaria de Saúde, a substituição de Regina Caetano na Sedetec e o alinhamento definitivo da nova estrutura administrativa após a reforma promovida pelo governo.
PP foi o principal porta-voz do governo durante a crise
Chama atenção, nesse processo, o silêncio do prefeito Heliomar Franco(PP) e da primeira-dama e secretária de Desenvolvimento Social, Simone Dutra, diante das manifestações públicas da vice-prefeita. Até aqui, não houve resposta direta, nem pública. As reações vieram do Partido Progressista, legenda de Regina Caetano, que tratou de reafirmar, de forma objetiva, que permanece no governo, apoiando e defendendo o mandato do prefeito.
Agora tudo está as claras
O chamado “olho do furacão” já passou. O que resta agora é uma nova realidade política, com relações redesenhadas e claras no topo do governo, que precisarão ser administradas com maturidade, pragmatismo e frieza. Caberá ao prefeito, à vice-prefeita e também a Simone Dutra conduzir esse novo arranjo sem permitir que divergências pessoais se sobreponham à governabilidade.
Quando dois não querem, três não brigam
De todo esse episódio, algumas lições ficam evidentes. Ficou claro quem deseja o confronto e quem optou por não alimentar a briga. A crise deixou uma lição clara, muitas vezes esquecida na política: o poder está com quem tem a caneta. Quando divergências chegam a esse nível, isso pesa. A crise passou. Agora é hora de governar.
Bado Jacoby, é apresentador e repórter da Star Comunicação

































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