Terra estará mais distante do Sol na próxima terça-feira (04)
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- 2 de jul. de 2022
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No dia 4 de julho, próxima terça-feira, a Terra chegará ao ponto de órbita em que está o mais distante possível do Sol. Chamado de afélio, o evento acontecerá às 7h10min UTC (4h10min em Brasília), e a distância entre o planeta e a estrela será de 152 milhões quilômetros. Esse é somente um dos fenômenos que completam o agitado calendário astronômico de 2022, que já teve Lua Cheia de Perigeu, alinhamento de planetas e Chuva de meteoros Arietídeas.
O afélio é o evento contrário ao periélio, quando a Terra está mais próxima do Sol. Este ano, o fenômeno aconteceu no dia 4 de janeiro, e nesse dia o Sol estava em seu maior tamanho aparente. Mas, de acordo com a Nasa, a mudança é difícil de notar. O diâmetro aparente entre o periélio e o afélio é de pouco mais de 3% e a variação de luminosidade solar de aproximadamente 7%. Assim, a variação é mínima.
Ao contrário do que muitas pessoas pensam, os pontos de órbita da Terra em relação ao Sol não são os responsáveis pelas estações do ano. Essas são governados pela inclinação do eixo de rotação da Terra. Se a luminosidade do sol fosse o único fator determinante, o Hemisfério Norte e o Hemisfério Sul teriam a mesma estação de forma simultânea, o que não ocorre.
Próximos eventos
Este ano, o céu ainda reserva outras duas superluas. A primeira, a Superlua de Morango, aconteceu no dia 14 de junho. O episódio se repete em 13 de julho e 12 de agosto. A superlua caracteriza-se por uma lua visivelmente maior e mais brilhante do que o comum. Isso acontece durante a lua cheia, próxima do perigeu, nome dado à posição mais próxima que a Lua chega da Terra.
Outro fenômeno é o eclipse solar parcial, previsto para o dia 25 de outubro, mas que será possível ver somente do Leste da Europa, da Ásia e da África. Este será o segundo eclipse solar parcial do ano, visto que no dia 30 de abril o fenômeno pode ser observado do Brasil. Da mesma forma, em maio, foi a vez do eclipse lunar total, que aconteceu no dia 16. O mesmo fenômeno acontece no segundo semestre do ano, no dia 8 de novembro. Mas desta vez, sem chances de ser visto da América do Sul.
Fonte: GZH
























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