Teste do pezinho completa 25 anos, mas ampliação do exame ainda é desafio no Brasil
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O Programa Nacional de Triagem Neonatal, conhecido por popularizar o teste do pezinho, completa 25 anos em 2026 com importantes avanços no diagnóstico precoce de doenças em recém-nascidos. Apesar disso, a ampliação do exame prevista em lei ainda enfrenta dificuldades para sair do papel em grande parte do país.
Atualmente, o teste oferecido pelo Sistema Único de Saúde (SUS) identifica um grupo básico de doenças genéticas, metabólicas e endócrinas. Em 2021, uma legislação federal determinou a expansão gradual da triagem para incluir mais de 50 enfermidades, entre elas a Atrofia Muscular Espinhal (AME), mas a implementação ocorre de forma lenta e desigual entre os estados.
Segundo especialistas, o diagnóstico precoce é fundamental para aumentar as chances de sucesso no tratamento e evitar sequelas graves ou até mortes causadas por doenças raras detectáveis nos primeiros dias de vida. No entanto, apenas algumas unidades da federação já conseguiram ampliar efetivamente o número de doenças rastreadas pelo exame.
Realizado por meio da coleta de algumas gotas de sangue do calcanhar do bebê, preferencialmente entre o terceiro e o quinto dia de vida, o teste do pezinho é considerado uma das principais ferramentas de prevenção em saúde infantil e segue sendo obrigatório e gratuito na rede pública.
Da redação do www.startcomunicacaosl.com.br
























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