Tribunal de Justiça reduz pena de mãe condenada pela morte do menino Miguel em Imbé
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- 20 de nov. de 2024
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A 1ª Câmara Criminal do Tribunal de Justiça do RS (TJRS) reduziu a pena de Yasmin Vaz dos Santos Rodrigues, condenada pela morte e ocultação de cadáver do próprio filho, Miguel dos Santos Rodrigues, de sete anos.
Inicialmente condenada no Tribunal do Júri a 57 anos e um mês de prisão, a nova pena foi recalculada para 50 anos. Conforme a advogada Thais Constantin, o recurso buscava apenas reduzir o prazo, por entender que havia um excesso no cálculo feito pelo juiz. A mulher permanece presa.
Além dela, a então madrasta de Miguel, Bruna Nathiele Porto da Rosa, também foi condenada, a 51 anos e um mês de prisão. Ela também está presa desde a época do crime.
Condenação
As duas foram consideradas culpadas pelo Tribunal do Júri realizado em abril deste ano, no Fórum de Tramandaí.
Durante o júri, a defesa de Yasmin tentou que ela fosse condenada por homicídio, mas com entendimento de que não houve intenção de matar o filho, desclassificando o crime para culposo. Yasmin, quando foi interrogada, admitiu ter espancado o filho e administrado medicamentos, mas sustentou que a culpa de ter se afastado do filho foi de Bruna. Ela alegou que na noite em que o menino morreu fez o filho tomar um comprimido de fluoxetina para que ele se acalmasse, permaneceu cerca de uma hora fora de casa e, quando retornou, encontrou Bruna debaixo da mesa e Miguel já morto.
Já a defesa de Bruna tentou que ela fosse inocentada pelo homicídio, com o argumento de que a madrasta não teve participação no assassinato.
Miguel dos Santos Rodrigues, sete anos, desapareceu em julho de 2021, em Imbé, no Litoral Norte. O corpo dele foi arremessado no Rio Tramandaí e nunca foi localizado.
Fonte: GZH
























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