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Vigilância em Saúde de São Leopoldo intensifica fiscalização em casas com piscinas


Imagem: Romeu Finato/ PMSL.

A secretária da Saúde de São Leopoldo, Andréia Nunes, se reuniu com representantes da Vigilância em Saúde nesta terça-feira (30), para reforçar estratégias de fiscalização nas residências, em especial, as que possuem piscinas.


Isso porque, quando não há o devido tratamento da água, os locais se tornam locais propícios para a proliferação dos mosquito Aedes aegypti, transmissor da dengue, zika vírus e febre chikungunya. “Percebemos um aumento das denúncias na Ouvidoria SUS relatando descaso de moradores que possuem piscinas. Orientamos nossos agentes de combate às endemias a visitar estes locais. O primeiro passo é orientação e notificação. Mas não estão descartadas medidas mais duras”, alertou a secretária.


A maioria dos casos é solucionada com contato telefônico ou notificação. Mas, em caso de reincidência, é possível a aplicação de multas. “Precisamos da colaboração da nossa população, não só com piscinas, mas com água parada também em pequenos recipientes como garrafas, pneus ou pote de água dos animais de estimação”, acrescentou.


São Leopoldo já registrou 50 casos da doença somente em 2024. A maior parte deles no bairro Vicentina, onde a secretária Andréia planeja fazer ações educativas e de limpeza em parceria com outras secretarias. O último Levantamento de Índice Rápido do Aedes aegypti (LIRA'a), que coletou amostras em residências de toda cidade, apontou alto risco para a doença em todos os bairros.


Eliminar criadouros


A ação mais importante feita pelos agentes e que deve ser repetida pela população é eliminar os criadouros. Ou seja, não permitir que haja água parada nos pátios ou até mesmo dentro de casa em vasos de plantas e potes de animais de estimação.


“Quando os agentes vão nas casas, eles orientam moradores e eliminam mecanicamente os criadouros, que nada mais é do que virar recipientes com água”, reforçou Andréia.


Cuidado diário


Diariamente, pontos estratégicos como borracharias, ferros-velhos, floriculturas e cemitérios são vistoriados por agentes. Nos locais onde há casos confirmados, ou até suspeitos, a Secretaria da Saúde realiza ações de orientação e eliminação mecânica de criadouros. A prática é chamada de Pesquisa Vetorial Especial (OVE), indicada pelo Ministério da Saúde como ação de bloqueio.


Denúncias


Moradores que tiverem denúncias de água parada devem contatar a Ouvidoria SUS pelo telefone 2200-0736, de segunda a sexta-feira, das 9h às 14h ou pelo e-mail ouvidoria.sus@saoleopoldo.rs.gov.br. Outra opção é o atendimento presencial no Centro Administrativo (avenida Dom João Becker, 754, Centro), das 9h às 14 horas.


Fonte: PMSL

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