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Arrecadação federal registra novo recorde em junho e acumula R$ 1 trilhão no primeiro semestre


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Imagem: Pixabay.

Com o recolhimento de R$ 181,040 bilhões de impostos e contribuições, a arrecadação federal em junho registrou o melhor resultado para toda a série histórica do mês, iniciada em 1995. Esse é o sexto recorde mensal consecutivo em 2022.


O resultado veio bem acima das expectativas do mercado que, segundo o Prisma Fiscal, há dois meses aguardavam cerca de R$ 158 bilhões para junho. Já os analistas ouvidos até quarta-feira (20) previam R$ 175 bilhões.


O valor representa alta real de 17,96% ante o mesmo mês de 2021, de acordo com dados divulgados pela Receita Federal nesta quinta-feira (21). Na comparação com o mês imediatamente anterior, a arrecadação ganhou ritmo e avançou 8,77%.


O ministro da Economia, Paulo Guedes, classificou o recorde como um sintoma “inequívoco” de que o desempenho econômico está surpreendendo e uma confirmação de um ritmo de crescimento sustentável.


Os números aparecem em meio a uma política de redução de impostos para tentar amenizar o impacto da inflação sobre alimentos e combustíveis no País. Nesse sentido, Guedes reforçou que, por ser extraordinário, o desempenho da arrecadação não deve ser fortemente impactado pelas medidas mas sim possibilita que as mesmas sejam implementadas.


“Está ficando muito claro que apesar das nossas reduções de impostos e alíquotas e simplificação, o ritmo de crescimento mantém forte a arrecadação. Isso, mais uma vez, deixa claro que a solução para geração de emprego, crescimento, a solução no Brasil, é justamente perseguirmos e prosseguirmos no caminho da prosperidade, que é o de redução de impostos e simplificação de alíquotas”, afirmou.


R$ 1 trilhão no ano


No acumulado do primeiro semestre, o recolhimento de tributos alcançou R$ 1,089 trilhão, com alta real de 11% ante o mesmo quadrimestre de 2021. Segundo a Receita, esse também é o melhor desempenho arrecadatório da série histórica para o período.


A pasta ainda explica que os recordes para os dois períodos foram puxados pelo crescimento dos recolhimentos de IRPJ (Imposto de Renda de Pessoa Jurídica) e da CSLL (Contribuição Social Sobre o Lucro). Somente em junho, os dois tributos o totalizaram uma arrecadação de R$ 34.269 milhões, com crescimento real de 37,47%.


De janeiro a junho, o valor foi de R$ 258.492 milhões, com crescimento real de 21,54%. “Houve recolhimentos atípicos da ordem de R$ 26 bilhões, especialmente por empresas ligadas à exploração de commodities, no período de janeiro a junho deste ano”, destaca a Receita Federal.


Fonte: O Sul

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