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Dólar fecha em alta e vai ao maior patamar desde março com temor sobre variante Ômicron


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Nesta segunda-feira (20), a moeda norte-americana avançou 1%, a R$ 5,7410. | Imagem: Dado Ruvic/ Reuters.

O dólar fechou em alta nesta segunda-feira (20), alcançando o maior patamar desde março, com investidores de todo o mundo buscando ativos considerados seguros, em meio a temores de que a variante ômicron do coronavírus leve grandes economias a adotar medidas mais rígidas de combate à Covid-19


A moeda norte-americana avançou 1%, cotada a R$ 5,7410. É o maior patamar de fechamento desde 30 de março (R$ 5,7613). Com o resultado desta segunda, o dólar acumula alta de 1,84% no mês e de 10,68% no ano.

O Banco Central realizou neste pregão oferta líquida de até 14 mil contratos de swap cambial tradicional, distribuídos entre os vencimentos 1° de agosto de 2022 e 3 de outubro de 2022.


O BC também disponibilizou até 15 mil contratos de swap cambial tradicional para rolagem do vencimento de 1° de fevereiro de 2022.


Final do ano

Além dos receios associados à pandemia, economistas do Bradesco chamaram a atenção para "liquidez reduzida (nos mercados internacionais) por conta das festividades de final de ano". Os negócios serão encurtados nesta semana pela véspera de Natal, que cai na sexta-feira.


Em relatório divulgado nesta segunda-feira, os especialistas do banco também disseram que o foco dos participantes do mercado cairá sobre indicadores econômicos tanto do Brasil --com divulgação na quinta-feira do IPCA-15 de dezembro-- quanto dos Estados Unidos, que publica durante a semana leituras sobre o Produto Interno Bruto (PIB) e o índice de preços PCE.


À medida que este ano chega ao fim, participantes do mercado começavam a olhar ainda para os desafios do real para 2022, quando o dólar deve se beneficiar globalmente de altas de juros nos EUA. No âmbito local, as eleições presidenciais podem elevar as incertezas no mercado num período de crescimento econômico provavelmente fraco.


A pauta fiscal também segue no radar, em meio à percepção de que a credibilidade do Brasil foi abalada nos últimos meses pela pressão do governo por mais gastos, que levou, no fim das contas, a alteração na regra do teto de gastos por meio da PEC dos Precatórios, recém-promulgada.


Fonte: g1

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