Em divergência com Eduardo Bolsonaro, Luciano Zucco defende vacinação infantil: "Toda vacina é necessária"
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Candidato do PL ao governo do Rio Grande do Sul afirma que campanhas de imunização serão mantidas e impulsionadas por sua gestão, distanciando-se do discurso de aliados de sua base eleitoral.

O candidato ao governo do Rio Grande do Sul pelo Partido Liberal (PL), Luciano Zucco, declarou apoio à continuidade das políticas públicas de imunização de crianças e afirmou que "toda vacina é necessária". O posicionamento do candidato diverge das recentes manifestações de seu correligionário, o ex-deputado federal Eduardo Bolsonaro, que se manifestou de forma contrária à obrigatoriedade vacinal prevista na legislação brasileira.
Questionado formalmente sobre as declarações de Eduardo Bolsonaro, Zucco enfatizou o cumprimento das diretrizes de saúde do estado em um eventual mandato. “Eu não posso falar por quem comenta algo, mas pode ter certeza que qualquer campanha de vacina será respeitada e impulsionada pelo nosso governo”, declarou. O posicionamento ocorre na mesma semana em que o candidato registrou seu plano oficial de diretrizes de governo na capital gaúcha.
O posicionamento dos aliados
A declaração do candidato ao Palácio Piratini surge após Eduardo Bolsonaro divulgar um vídeo gravado no estado do Texas, nos Estados Unidos, criticando o Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA). No registro, o ex-deputado exibiu um documento de isenção vacinal escolar, obtido localmente sob o pagamento de uma taxa de US$ 10, defendendo que o Brasil flexibilize as regras vigentes e dê autonomia vacinal total aos pais.
Dados de Saúde Pública
A discussão ocorre em um período de atenção por parte das autoridades sanitárias do país. Órgãos de saúde pública apontam a necessidade de ampliação da cobertura vacinal para evitar o retorno de patologias erradicadas ou sob controle. No ano corrente de 2026, o estado de São Paulo registrou o aparecimento de pelo menos 23 casos confirmados de sarampo, o que mobilizou entidades médicas e governos locais a reforçarem as campanhas para que o índice de imunização retorne à meta recomendada de 95% do público-alvo.
Da redação do www.startcomunicacaosl.com.br
























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