Entre pautas, prazos e abraços: o que aprendo sendo mãe - Por Daiane Mendes Luz
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O Gael já tem 3 anos.
Três anos da maior transformação da minha vida.
Uma maravilha que eu jamais imaginei viver de forma tão intensa. Desde que ele chegou, aprendo diariamente, em cada abraço, em cada olhar e toda vez que ele me chama de “mamãe Dai”.
Há tempos não sei exatamente o que é dormir uma noite inteira. A rotina entre o jornalismo, a comunicação pública e a vida atribulada exige muito.
Mas existe o amor.
E ele muda tudo.
Ser mãe não diminui a profissional que sou. Me tornou mais humana, mais forte e mais sensível. Também me ensinou que nem sempre conseguiremos dar conta de tudo perfeitamente, e está tudo bem.
Entre reuniões, textos, vídeos e compromissos, existe uma criança esperando apenas presença, carinho e atenção. E são justamente esses pequenos momentos que fazem a vida ganhar sentido.
Gael me lembra diariamente que a felicidade mora nas coisas simples: em uma risada, em um abraço apertado, em uma conversa antes de dormir ou em um “mamãe, fica aqui comigo”.
Neste Dia das Mães, desejo carinho e reconhecimento a todas as mulheres que vivem diariamente o desafio de equilibrar trabalho, família, sonhos e amor.
E deixo um agradecimento especial à minha mãe, Neura, e à minha sogra, Helena, por todo cuidado, apoio e amor em nossa caminhada.
Feliz Dia das Mães!

Daiane Mendes Luz, é Jornalista.
























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