Governo do RS chamará 1,3 mil aprovados em concursos da segurança entre abril e agosto
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- 27 de mar. de 2023
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O governo gaúcho anunciou nesta segunda-feira (27) um cronograma que prevê o chamamento de 1,3 mil aprovados em concursos da segurança pública até agosto de 2023. O chamamento contempla servidores dos Bombeiros (CBMRS), Superintendência dos Serviços Penitenciários (Susepe), Polícia Civil (PC) e Brigada Militar (BM).
A Susepe é a instituição que terá o maior reforço numérico, com 431 servidores chamados em abril. No mesmo mês, o Piratini chamará cem soldados para os Bombeiros.
Em julho, serão convocados 200 escrivães e 200 inspetores para a Civil. O calendário chega ao fim em agosto, com o ingresso de 400 soldados na BM.
"Temos esta política desde o governo passado: reposição de forma programada, dando previsibilidade para os próprios aprovados e para o Estado de quando e como se dará a reposição", destacou o governador Eduardo Leite, prometendo um cronograma ampliado nos próximos meses.
"Vamos ainda apresentar em breve o que deverá ser o cronograma para o governo. Não o fazemos ainda agora porque estamos em negociação com a União sobre as perdas de ICMS", acrescentou.
O atual contingente de servidores da segurança pública é o maior desde 2010.
Chamamento na Polícia Civil depende de projeto que está na Assembleia
Na última sexta-feira (24), o governo enviou à Assembleia Legislativa um projeto de lei, em regime de urgência, que pretende ampliar em um ano a validade dos concursos já realizados pelo Estado. Se aprovado, o projeto dará mais tempo para o Piratini convocar os aprovados, sem precisar realizar novos certames.
No caso dos quatro chamamentos anunciados nessa segunda, apenas o da Polícia Civil depende da aprovação desse projeto para se concretizar. Os demais serão feitos independentemente da aprovação do texto.
"Na Polícia Civil, o concurso expira em setembro. E a última etapa do concurso é a formação na Academia. Então para fazer o chamamento em julho, preciso que o concurso esteja válido ainda, sob pena de não conseguir fazer a formação", detalhou Leite.
Fonte: GZH
























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