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Justiça autoriza prisão domiciliar para ex-policial penal que matou petista



Marcelo Arruda comemorava seu aniversário quando foi morto a tiros por um bolsonarista - Foto: Arquivo pessoal
Marcelo Arruda comemorava seu aniversário quando foi morto a tiros por um bolsonarista - Foto: Arquivo pessoal

A Justiça do Paraná autorizou nesta semana que o ex-policial penal, Jorge Guaranho, cumpra prisão domiciliar pela morte do tesoureiro do Partido dos Trabalhadores (PT) Marcelo Arruda.


A decisão ocorre um dia após Guaranho ser condenado a 20 anos de prisão por homicídio duplamente qualificado, por motivo torpe e por colocar outras pessoas em risco.


O homicídio aconteceu durante a festa de aniversário de 50 anos de Arruda, que tinha como tema o Partido dos Trabalhadores (PT), no salão de festas de um clube em Foz do Iguaçu, no oeste do estado.


Guaranho, que era bolsonarista, invadiu a festa e atirou contra Arruda após uma discussão política.


O julgamento ocorreu durante a manhã da última quinta-feira (13), no Tribunal do Júri de Curitiba, capital paranaense.

 
 
 

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