Lula defende fim da escala 6x1 e cobra prisão de envolvidos no caso BRB

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) defendeu o fim da escala de trabalho 6x1 e cobrou a responsabilização dos envolvidos no prejuízo bilionário relacionado ao Banco de Brasília (BRB) durante uma caminhada de campanha em Ceilândia, no Distrito Federal, nesta sexta-feira (9).
A atividade marcou a primeira agenda de rua de Lula no segundo turno das eleições. O presidente esteve acompanhado de Leandro Grass (PT), candidato ao governo do Distrito Federal.
Durante o ato, Lula relacionou a mobilização à redução da jornada de trabalho e à apuração das irregularidades envolvendo o banco público.
Ao falar sobre a escala 6x1, modelo em que o trabalhador atua por seis dias e tem um de descanso, o presidente defendeu uma jornada de cinco dias de trabalho e dois de folga.
“Essa é a passeata que quer reduzir a jornada de trabalho, para as pessoas trabalharem cinco dias e descansar dois, fim da escala 6x1”, declarou.
A proposta para mudar o modelo de jornada está em discussão no Senado.
Lula também mencionou o caso envolvendo o BRB e defendeu que os responsáveis sejam presos e que os valores sejam devolvidos.
“Essa é a passeata daqueles que querem prender os ladrões do BRB e devolver o dinheiro roubado, R$ 12 bilhões”, afirmou.
O presidente se referiu às perdas bilionárias relacionadas às operações investigadas envolvendo o banco. A apuração busca esclarecer as responsabilidades pelos prejuízos.
Discurso aborda soberania nacional
Durante a caminhada, Lula também associou o ato à defesa da soberania brasileira. O presidente afirmou que seus apoiadores defendem a bandeira nacional, enquanto atribuiu aos adversários maior alinhamento aos interesses dos Estados Unidos.
“Essa é a bandeira daqueles que querem o Brasil soberano. Do lado de lá, estão aqueles que querem que os americanos venham explorar as nossas riquezas aqui”, disse.
Na sequência, acrescentou: “O Brasil e as riquezas do Brasil são do povo brasileiro”.
Redação do www.startcomunicacaosl.com.br | Por Andressa Brunner Michels | Fonte: Correio do Povo

























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