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Ministério Público inicia inquérito para investigar liberação da Havan em Novo Hamburgo

Atualizado: 4 de dez. de 2025


Foto: Divulgação/Havan
Foto: Divulgação/Havan

O Ministério Público do Rio Grande do Sul (MPRS) instaurou inquérito civil para apurar supostas irregularidades no processo de licenciamento da loja da Havan na cidade. A investigação teve início a partir de reportagens e de uma ação popular ajuizada pelo advogado Vinícius Bondan, que aponta uma série de questionamentos ao procedimento administrativo.


Como primeiras medidas, o promotor responsável enviou:

  • um ofício ao prefeito Gustavo Finck solicitando “cópia integral de todos os processos de instalação da loja”;

  • pedido ao Judiciário pela “cópia integral da ação popular” movida por Bondan.


A partir das respostas recebidas, o promotor avaliará o curso da investigação, que poderá abranger eventuais lesões à ordem urbanística e possíveis conflitos de interesse ou subavaliações de área descritas na ação popular.


Ação popular


De acordo com o advogado Vinícius Bondan, a ação acusa, entre outros pontos, que contrapartidas exigidas pelo plano diretor teriam sido dispensadas pela Prefeitura, que ocorreu uma suposta subavaliação das áreas envolvidas e um potencial conflito de interesse ligado à residência do prefeito.


Vale destacar que a empresa Havan ainda não se manifestou de maneira oficial quanto às denúncias na mídia local, e a Prefeitura de Novo Hamburgo informou não ter sido ainda formalmente notificada.


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