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Moraes nega remoção imediata de Bolsonaro para hospital após queda em cela


Foto: Pablo Porciuncula / AFP
Foto: Pablo Porciuncula / AFP

O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), negou na tarde desta terça-feira (6) a remoção imediata do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) para o Hospital DF Star, em Brasília. A decisão ocorre após Bolsonaro sofrer uma queda e bater a cabeça em sua cela na Superintendência da Polícia Federal, na capital federal.

Segundo a Polícia Federal, no primeiro atendimento não foi constatada a necessidade urgente de hospitalização. Diante disso, a defesa recorreu ao STF, mas o pedido foi negado horas depois.


Em sua decisão, Moraes afirmou que “não há nenhuma necessidade de remoção imediata do custodiado para o hospital, conforme claramente consta na nota da Polícia Federal”. O ministro também determinou que seja anexado ao processo o laudo médico elaborado pela PF e que a defesa informe quais exames considera necessários, para avaliação da possibilidade de realização no sistema penitenciário.

De acordo com a PF, Bolsonaro sofreu a queda durante a madrugada e apresentou apenas ferimentos leves, sendo indicada apenas observação médica. A defesa, no entanto, alegou risco à saúde do ex-presidente e solicitou nova avaliação hospitalar, citando suspeita de traumatismo craniano.


A ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro afirmou nas redes sociais que o marido “não está bem” e relatou que ele teria sofrido uma crise durante o sono, caído e batido a cabeça. Após a visita, o médico particular Cláudio Birolini avaliou Bolsonaro e indicou um diagnóstico preliminar de traumatismo cranioencefálico leve, com necessidade de exames complementares.


Bolsonaro cumpre pena em regime fechado após condenação pelo STF a 27 anos e 3 meses de prisão por liderar uma organização criminosa que tentou impedir a posse do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT). Ele estava detido na PF desde novembro do ano passado e, no fim de 2025, chegou a ser internado no Hospital DF Star para procedimentos cirúrgicos, retornando posteriormente ao sistema prisional.


Redação do www.startcomunicacaosl.com.br | Por Andressa Brunner Michels | Fonte: Metrópoles

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