Morte de “Sicário”, operador de Daniel Vorcaro, deixa escândalo do Banco Master ainda mais nebuloso
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A morte de Luiz Phillipi Machado de Moraes Mourão, conhecido como “Sicário”, ampliou a repercussão da investigação sobre o esquema envolvendo o empresário Daniel Vorcaro, dono do Banco Master. Mourão morreu na sexta-feira (6), em Belo Horizonte, após a conclusão do protocolo de morte encefálica iniciado pela equipe médica do Hospital João XXIII.
Ele havia sido preso na quarta-feira (4) durante uma nova fase da Operação Compliance Zero, da Polícia Federal. Ainda sob custódia na Superintendência da PF em Minas Gerais, Mourão foi encontrado desacordado na cela após tentar tirar a própria vida. Policiais realizaram procedimentos de reanimação e acionaram o Samu, que o encaminhou ao hospital.
Apontado como operador do núcleo de inteligência ligado a Vorcaro, “Sicário” coordenaria um grupo chamado “A Turma”, responsável por monitorar jornalistas e outros alvos considerados sensíveis para o banqueiro. Segundo as investigações, o grupo também buscava obter dados sigilosos e atuar na neutralização de crises reputacionais.
Mensagens apreendidas indicariam que Mourão recebia cerca de R$ 1 milhão por mês para executar essas tarefas e participar de ações de intimidação contra desafetos do empresário.
O caso integra uma investigação mais ampla que apura suspeitas de corrupção, acesso ilegal a sistemas e tentativa de influência sobre autoridades regulatórias ligadas ao sistema financeiro.
A Polícia Federal abriu um inquérito específico para apurar as circunstâncias da tentativa de suicídio e da morte do investigado.
Da redação do www.startcomunicacaosl.com.br























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