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Polícia Civil de SC descarta participação de adolescente na morte do cão Orelha, que passa a ser testemunha


Foto: Reprodução
Foto: Reprodução

A Polícia Civil de Santa Catarina descartou a participação de um dos quatro adolescentes investigados na morte do cão Orelha, ocorrida na Praia Brava, em Florianópolis. A conclusão se deu após a família apresentar provas de que o jovem não estava no local no momento do crime, versão confirmada por imagens analisadas pelos investigadores.


Com isso, o adolescente deixa de ser suspeito e passa a ser tratado como testemunha. Outros jovens seguem sendo ouvidos no inquérito, cujos detalhes permanecem sob sigilo.

Dois adolescentes investigados, que retornavam de uma viagem escolar aos Estados Unidos, tiveram celulares e roupas apreendidos no Aeroporto Internacional de Florianópolis na última quinta-feira (29). A ação foi realizada por agentes da Delegacia Especializada no Atendimento ao Adolescente em Conflito com a Lei (Deacle) e da Delegacia de Proteção Animal (DPA).


Segundo a defesa, a entrega dos materiais ocorreu de forma voluntária, em articulação com a polícia, e os adolescentes também foram intimados a prestar depoimento.

O cão Orelha morreu neste mês após suposta agressão por um grupo de adolescentes. Três familiares de investigados foram indiciados por coação de testemunhas. Além disso, a Justiça determinou a retirada de postagens com dados pessoais dos envolvidos das redes sociais, com base no Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA).


Redação do www.startcomunicacaosl.com.br | Por Andressa Brunner Michels | Fonte: Correio do Povo

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