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Prefeitura e Sociedade Civil organizados no combate a fome em São Leopoldo


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Prefeito Ary Vanazzi assinou termos de fomento na quarta-feira | Foto: Thales Renato Ferreira/PMSL

O prefeito de São Leopoldo Ary Vanazzi assinou nesta quarta-feira (11), os termos de fomento entre Administração Municipal e as Organizações da Sociedade Civil para viabilizar projetos estratégicos de segurança alimentar e sanitária no enfrentamento da pandemia de covid-19. O recurso é oriundo do Fundo Municipal da Criança e do Adolescente, que é administrado pelo Conselho Municipal de Defesa de Direitos da Criança e do Adolescente COMDEDICA. Ao todo serão distribuídos R$ 73.056,00 a nove entidades leopoldenses.


A presidente do Comdedica, Jéssica Rosa, enfatizou a importância do aporte financeiro que o município dá às instituições. “A gente sabe o quanto esse recurso é importante, pois cada vez mais as famílias estão em situação de fome que há muito tempo não víamos. Escutamos a fala recorrente de mães que deixam de comer para ter algum alimento para dar aos seus filhos. Por isso dar um suporte para nós, enquanto entidade, é fundamental pois ainda precisamos olhar para a fome. O alimento é um direito básico que ainda está sendo negado para muitas pessoas”, disse a presidente.


“No ano de 2020, o governo do Estado passou para a Secretaria de Desenvolvimento Social apenas R$ 8 mil e o governo federal vem repassando um terço do que deveria repassar aos municípios”, comentou o secretário Fábio Bernardo, ao enfatizar os recursos escassos do Estado e da União. “Se não fossem os impostos municipais, as parcerias com as empresas e o recurso que o município tem injetado, nós não teríamos a rede que São Leopoldo tem”, disse o secretário.


O prefeito parabenizou as entidades e a SDS pelo trabalho realizado durante a pandemia “Vamos viver momentos ainda mais difíceis, pois a situação piorou muito com aumento grave da pobreza”, disse o prefeito lembrando que o município gastou quase seis milhões de reais desde o início da pandemia em alimentação na compra de 240 mil kits de alimentação. “Com a volta das aulas presenciais, voltaremos a fazer a merenda das crianças, mas tem muita gente que só tinha comida com o kit de alimentação. Isso significa que o trabalho social das entidades vai aumentar, pois a fome não deixou de existir”, falou o prefeito ao ressaltar que é importante manter e fortalecer vínculos com a sociedade civil.


O repasse é destinado ao Programa de Apoio a Meninos e Meninas (Proame) para o projeto “Amanhã há de ser outro dia”, no valor de R$ 8.400,00; ao Centro Medianeira para o projeto “Um gás de cozinha”, R$ 8.400,00; ao Instituto Nossa Senhora do SIM Centro Comunitário de Educação Talitha Kum, para o projeto “CCEI cuidando da comunidade durante a pandemia”, no valor de R$ 8.400,00; Instituto Eduacacional Espírita (IEDE), ao projeto “Quem tem fome tem pressa”, com R$ 8.400,00; a Associação Meninos e Meninas de Progresso (Ammep) projeto “Alimentação: Direito garantido”, no valor de R$ 8.400,00; ao Instituto Lenon Joel Pela Paz- projeto “Manutenção da segurança alimentar, um aporte em tempos difíceis”, com R$ 8.400,00; ao Círculo Operário Leopoldense, projeto “Você tem fome de quê?” no valor R$ 8.400,00; Associação Artecultura para a Paz Isaura Maia para o projeto “Estratégias Complementares no Âmbito da Insegurança Alimentar”, no valor de R$ 8.400,00; e para Associação Mantenedora Pandorga, pelo projeto “Cuidando das crianças, adolescentes e suas famílias, como tática à segurança alimentar e sanitária”, no valor R$ 5.856,00.


Fonte:PMSL

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